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FESTA JUNINA É DESCULPA PRA PAÇOCA

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Junho é época de canjica, quentão, e de paçoca. A minha avó Dagmar fazia num grande pilão de madeira, onde o amendoim e os outros ingredientes eram pacientemente socados até se misturarem completamente. Mas como os pilões estão em extinção... eu faço uma adaptação batendo os ingredientes em um processador ou no liquidificador, coisa de minutos, olha só:


Paçoca de amendoim caseira
Ingredientes:
- 2 xic. (chá) de amendoim torrado
- 1 xic. (chá) de açúcar
- 1 xic. (chá) de farinha de mandioca torrada
- 1 pitada de sal

Preparo: Só processar tudo junto no liquidificador ou processador. :-)


Usar a paçoca para cobrir brigadeiros de amendoim é uma ideia deliciosa. Faça um brigadeiro comum e adicione 1/2 xíc. (chá) de amendoim torrado picado. Depois de enrolados, passe na paçoca. Ficam crocantes por dentro e o sal da paçoca dá um contraste interessante no sabor do brigadeiro.


Pra uma paçoca de chocolate, basta adicionar uma colher de sobremesa de cacau em pó aos ingredientes, antes de bater.


Mas aqui em casa, a maneira que mais gostamos de comer paçoca é com... banana!

André Nogal é chef de cozinha, e adora inventar novos acepipes.

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CASA COR GOIÁS - E SURPRESA

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Mais que um Home. Essa é a proposta que a arquiteta Ana Maria Miller traz para esse espaço de 31m2, que compõe a 15ª edição da Casa Cor Goiás. Em estilo moderno, o espaço tem por objetivo estimular a convivência familiar.

A arquiteta Ana Maria Miller participa da Casa Cor Goiás desde 2002.

Serviço:
Casa Cor Goiás 2011 - até 21 de Junho
Horário: Terça a Sexta: 15h às 22h Sábados, Domingos e Feriados: 12h às 22h
Local: Av T-2 com a T-55 - Quadra 99 - Lote 9/10 - Setor Marista Goiânia

MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
Assessoria de Imprensa Arquiteta Ana Maria Miller
Lucíola Correa (imprensa.anamariamiller@gmail.com) 55 62 8135.1670 e 9602.9286
Bárbara Lauria (imprensa.anamariamiller@gmail.com) 55 62 8182 0280
Site: www.lunecomunicacao.com.br

E a surpresa? A Ana Maria Miller e o d♥ vão sortear 1 convite pra Casa Cor Goiás. Portanto se você está ou mora em Goiânia, e quer ir à Casa Cor, preencha o formulário abaixo. O sorteio será realizado em 1/6.

RESULTADO:

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ESTÉTICA NEO-VITORIANA

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"Ambos amamos os anos '80. Os 1880." Disse Anthony Malat sobre ele e sua esposa na NYMag, em uma matéria sobre estilo neo-vitoriano. Uh?


Tia Wiki tá lá da cozinha gritando que neo-vitoriana é uma estética (e um movimento) que junta as estéticas vitoriana (influência dos estilos Gótico, Luís XV, egípcio, turco e veneziano) e eduardiana (muita Art Nouveau) com princípios modernos e tecnologias. De novo: Uh?


Bem, os Neo-Vitorianos são influenciados pelo Cyberpunk dos anos 90, pelo Gótico, e pelo New Romantic da década de 80 (1980, pra não ficar dúvida). Salada, né? É bem característico deste estilo o uso de objetos Steampunk. Como uma imagem vale mais do que mil palavras, teremos muitas mil palavras:




O Steampunk foi influenciado pelo estilo dos romances científicos do século 19, como os de Júlio Verne, HG Wells, Mark Twain e Mary Shelley. Lembra de Capitão Nemo e as 20.000 Léguas Submarinas?


Já o neo-romântico, Lolita, Alice, etc, a gente conhece bem, né? Então põe no caldeirão do neo-vitoriano também. Dá mais ou menos isso:


Generalizando bastante, a ambientação atual, mas com forte influência do século XIX pode ser chamada de neo-vitoriana. Well, então podemos chamar a decoração de Cordel Encantado de neo-vitoriana, procede? Fico na dúvida. E você?


♥ A Olivetti Valentine redesenhada é só um projeto.
♥ A Era eduardiana coincidiu com a Belle Epóque e aconteceu após a vitoriana.
♥ O movimento neo-vitoriano já foi analisado até em conferência internacional de universidade britânica.
♥ Gostou? Tem um grupo brasileiro, de Curitiba, que entra de cabeça e cinturinha marcada nesse movimento. E que tem excelentes textos explicativos sobre os estilos da época.
♥ A trilha sonora pra essa deco? Emilie Autumn. Sou chegada não.
♥ As 3 primeiras fotos são do Selby. A do espelho é do Flickr.
♥ Só pra saber, tenho menor pretensão de esgotar esse assunto. É muito extenso. Olha só.
♥ Pra assistir e entrar no clima: Brazil (veja pelo menos o trailer), A liga extraordinária, Sherlock Holmes, Piratas do Caribe, As aventuras extraordinárias de Adèle Blanc-Sec, ufa! Tem muito mais. Tem uma lista aqui para filmes Steampunk.
Por fim, quer trazer um pouco dessa ideia pra casa? O Cartazera tem um ótimo poster.

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ETIENE E AS PAREDES

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"Tenho uma loja de artesanato numa casa antiga, em Campo Largo. A casa pertencia a uma senhora de nome Consuelo, viúva, costureira e que não teve filhos. Por isso decidi que usaria o nome dela para a loja, Ateliê Consuelo. Quis fazer essa homenagem, já que toda a história da vida dela se passou nessa casa.


Os cômodos eram todos coloridos um de cada cor, e decorados com um tipo de estêncil (que segundo o pintor, era uma máquina que tinha na época, década de 50). A minha vontade era manter as paredes e os tacos no chão, mas estava tudo muito detonado. Mesmo assim consegui manter o corredor e três cômodos exatamente como eram, e o banheiro (minha parte preferida!) também.

Bom, sou apaixonada por essa casa. Ela precisa de muitos cuidadozinhos por ser antiga, e isso é uma coisa que às vezes irrita e enche o saco. Acho que se a pessoa não aprende a dar valor a pequenas coisas é bom pensar bem antes de se apropriar de algo antigo.


Eu sempre gostei de escrever no quadro na escola (menos quando era pra resolver problema de matemática). Aí quando surgiu essa moda de quadro negro na parede, eu morri de um jeito bom. Desejei ter uma “parede-quadro-negro”!"



♥ A fofa da Etiene tem um blog, e se você quiser ver outras paredes pintadas por ela, veja só. Se você quiser contratá-la pra pintar sua parede - já pensou? - o email é contato@etieneps.art.br
♥ Mais dicas para fazer sua própria lousa, essa é a porta.

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O sonho de toda criança

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Projeto Escritório Lindo continua animadíssimo por aqui. E por que então fui escrever na minha parede?


Rá, achei a solução pros meus problemas. E de quebra realizei o sonho de toda criança: o de escrever na parede. Só que posso apagar quantas vezes quiser. Quer aprender e fazer igual? Vamos lá!


Você vai precisar de: trena | tesoura | lápis | régua | adesivo vinílico
Medidas: O adesivo vinílico tem largura de 1,40m, e pode ser comprado em lojas que vendem material para serigrafia. Com a ajuda da trena, meça a parede que quer cobrir. Com régua e lápis, marque o papel pelo avesso, no tamanho necessário. Corte com a tesoura. É possível fazer emendas, caso queira cobrir uma parede muito grande.


Se o papel for muito grande, é bom pedir a alguém para lhe ajudar a segurá-lo na posição. Comece soltando a ponta do adesivo.

Com a ajuda de um pano macio – de preferência branco, para não manchar – cole o adesivo na parede ao mesmo tempo em que puxa o papel protetor. Escolha só uma direção. Exemplo: de baixo para cima ou de cima para baixo, e mantenha essa direção, para evitar bolhas. Faça bem pouquinho de cada vez. Se surgir uma bolhinha, descole o papel e siga novamente. Vá até o fim.

Está pronta a sua parede/quadro branco! Depois de pronto, caso necessário, você pode acertar as bordas com um estilete e uma régua.

DICAS:
♥ Não se esqueça: a única caneta que apaga é a caneta específica para quadros brancos. Não vá estragar sua parede com uma caneta de retroprojetor!
♥ Para um melhor acabamento, é bom que se escolha uma parede branca. Mas a pintura não precisa estar nova, pois o adesivo cobre.
♥ Não aconselho usar papel contact. Por que? Porque é estreito. O adesivo vinílico tem largura média de 1,20m. E é muito mais barato.
♥ Procure pelo adesivo em lojas de material para serigrafia. Se tiver dificuldade de achar na sua cidade, tente ligar para um desses números e perguntar onde comprar em pequenas quantidades.
♥ Comprei o adesivo vinílico na Schwab - (21) 2232-8039 - Rua Regente Feijó, 61, na Saara (mais perto da Lapa).
E eu NÃO te indico comprar o adesivo sem testar se a caneta sai dele. Portanto, ao ir comprar, leve junto uma caneta de escrever em quadro branco.

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MURAL DE PATCHWORK

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Cansou de ver escritórios? Só mais um pouquinho. Olha esse mural... Sei nem se gosto da composição, mas a ideia é bem "por que não pensei nisso antes?" É uma opção ao costurar-depois-montar-no-quadro. E ainda dá pra aproveitar uma moldura velha que você tiver aí.


Meio chato isso de fiscal de obra feita, mas eu faria um pouco diferente do passo-a-passo original. E acho também que são necessárias 2 placas: 1 para a base e outra para as peças de tecido. Abaixo o passo-a-passo traduzido, clica que cresce:


Fonte: Crafty Nest. Quer ver um passo-a-passo ainda mais fácil pra essa peça? Venha por aqui.

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LOJINHA DA FERNANDA

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"Vivi, meu nome é Fernanda, tenho 28 anos e sou apaixonada por decoração e culinária. Bom, quando eu estava buscando algumas idéias para decorar o nosso apê, eu conheci o dcoracao.com. Sempre tive o habito de visitar blog de decoração e ir salvando as imagens que me interessavam, e sem perceber estava querendo salvar tudo o que você tinha postado. Amo as dicas que você dá e posso afirmar que já usei várias.


Ah, esqueci de te contar que tenho um ateliê de doces. Pois bem, eu trabalhava em casa fazendo doces e neste ano eu consegui realizar o meu sonho de ter um local próprio para receber os meus clientes.


A lojinha que eu aluguei estava beeeeeeeemmm acabada, mas eu e o meu marido decidimos alugá-la mesmo assim e encaramos uma reforminha.


Pintamos a parede na cor azul e fiz a moldura branquinha, que comprei na loja de R$1,99, depois que vi o seu post de moldura maquiada. Comprei uns papeis de scrapbook e criei uns quadrinhos. Também usei um folhetinho que ganhei na padaria e achei tão fofo, o ursinho do sorvete Diletto.


Vivi, sabe aquela dica de como pintar fórmica? Pois é, a prateleira que tem no ateliê era de fórmica marrom e depois de umas pinceladas ficou branquinha.

Fiz alguns orçamentos com os marceneiros da cidade e esse móvel sob a bancada de granito ficaria uns R$1500. Resolvemos comprar um móvel pronto e fazer uma parte para colocar o forno. Acho que ficou bacana, não é?


Também vou te contar como você me inspirou a pintar de amarelo a cadeira e o móvel da pia. Faltava uma cor mais viva e eu me lembrei da foto do seu criado mudo. Não tive mais nenhuma duvida sobre a cor que seria a cadeira (comprada de um brechó) e o móvel da pia (que o meu marido fez para colocar o forninho).

E se por algum acaso você vier conhecer Floripa, quero muito que passe no meu cantinho que você mesmo não sabendo (agora já sabe!) ajudou a decorar. Vou te receber com uma xícara de café quente e um bolinho fresquinho, tá? Quero poder ter o prazer de um dia conversar com você pessoalmente e te agradecer por tudo o que eu te contei.

Um beijo bem grande e um abraço bem apertado,"

Fernanda.

Ps: Vivi me desculpe pelas fotos, sei que não ficaram tão legais mas dá para você ter uma noção de como é o meu espaço.

♥ E o que eu posso dizer? Só uma coisa, se você mora em Floripa, pelamordedeus, vai lá na lojinha da Fernanda e dá um abraço nela pra mim, vai?

Especiarias: R. Dr Carlos Corrêa, anexo ao 132 – Agronômica - Tel: (48) 9619-9323

E o blog da Fernanda - com receitas! - é de matar de vontade.

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Carolina e os sofás #1

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Por Carolina Mendes

Nunca vou entender essas fulanas, beirando os 300 anos de idade, que decidem não só que vão voltar aos áureos tempos da juventude, mas que serão lindas. Lindas como nunca foram. Quase sempre acabam com um visual quase mutante. Natural como implante de silicone de 3 milhões de litros.


Reformas radicais nos 40 do segundo tempo: não funciona em humanos, não funciona em sofás.

Diria minha avó que “é batata”: só chamar um tapeceiro pra fazer um orçamento, pra reformar um sofá que é velho, mas a gente julga por algum motivo misterioso que não deve ser substituído e sim reformado, e a desgraça começa.

A promessa é sempre a mesma: vai ficar melhor que um novo.


Não, não vai. Iria, no máximo, ficar tão bom quanto era quando novo. Iria, se você não tivesse caído na conversa do tapeceiro que pelo preço de um novo, te convenceu a não só restaurar, como reformar seu sofá.

Entenda, estou falando de ir além de trocar o estofamento e dar um tapa nas molas e almofadas, to falando de remodelagem.

Acredite, vai ficar uma merda.


Aí, depois de 6 meses do sofá pronto, você desenvolveu uma fisgada na lombar, um bico de papagaio, e resolve dar um jeito na situação. E chama um segundo tapeceiro, que instantaneamente diagnostica o problema e faz "um precinho bom pra senhora arrumar de uma vez", piora. Piora num nível que torna a coisa insustentável, e você tem que comprar um sofá novo.

Comecei faz alguns meses, uma coluna no Marketing na Cozinha sobre a orkutização dos alimentos. Isso despertou em mim um olhar crítico sobre o mundo.

Mentira. Sempre fui assim chata.

Chatice que piorou quando trabalhei durante 9 anos em uma galeria de artes.

Colecionadores e clientes civis à parte, lidei durante grande parte deste tempo com um exército de decoradores. Decoradores de todo tipo, dos competentes e renomados arquitetos de interior, às peruas que fizeram um curso de 1 mês de decoração pra não pagarem um profissional.

Teve uma fulana, que levou à galeria amostras dos tecidos que iria usar na decoração, pra encontrar uma tela “não muito cara” e que tivesse “esse tom de laranja”, pra “ficar harmonioso”. Não estou aqui dizendo que sua casa tem que ter a variedade e exuberância de um projeto do Sig Bergamin, porque não é pra qualquer um, mas porra, um laranja que seja igual ao laranja da almofada? Aí é de cair o cu da bunda.

Pior é que, mercenária que eu sou, passei 2 horas procurando algo que ficasse harmonioso com o tal laranja dela. Quero ver se a tela será trocada junto com as almofadas, daqui há uns anos. Tomara que sim.

Histórias infinitas pra contar, muito sobre o mercado, muito sobre as particularidades e mais ainda sobre as cagadas. Esta é a idéia, escrever nesta coluna sobre causos e resmungos desse maravilhoso mundo da arquitetura e decoração.

Porque cá entre nós, o que não falta é merda, picareta, e espertalhão autodidata e autosuficiente por aí.

Carolina Mendes é paulistana, escritora e implicante.

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UM TAPA NA ORGANIZAÇÃO DO ESCRITÓRIO

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Vendendo 1 minuto pra comprar 60 segundos, parece ainda mais importante ter um escritório arrumado. Niqui fiz uma seleção de ideias pra mim mesma, achei que pra você pode ter mais valia.


Amanhã voltaremos à nossa programação normal. Todas as dicas da tia Martha.

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MURAL - FAÇA VOCÊ MESMO

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Operação Escritório Bonito vai de vento em popa. E eu queria um mural desses de elástico, porque acho fofo, cabe um monte de foto e parará.



Tecido lindo de nuvens + uma placa de aglomerado, que sobrou do armário que se derreteu, e tcharaans.

Esse tecido tem uma bossa. É que sim, já colei tecido com cola branca, em madeira. Já tive sucesso, e já tive que arrancar tudo. #sóerraquemfaz Mas esse brim autocolante, da Casa Rima é como uma versão tecido do papel contact, com uma cola um pouco mais forte que a do contact. Super fácil de trabalhar, eu achei. Deu vontade de sair colando tecido em tudo. O preço é um pouco salgado, por conta da exclusividade de estampas, 148,00/metro, na média. Mas achei que pro projeto certo vale muito a pena.

Estampa de nuvens por Mathias Townsend para a Casa Rima, que tem muita coisa bacana.

♥ O blogger teve um siricutico, e eu tive que repostar este conteúdo.

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ESCRITÓRIO

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Serinho que não engulo muito bem esse negócio de móveis planejados. Acaba ficando tudo meio chapado, meio qualquer-um-poderia-morar-aqui. Mas sacumé, o que sobra pros escritórios é geralmente o quartinho, o cantinho, um pedaço de parede.



Meu caso foi esse, e tive que me curvar à falta de espaço. Fazer o que? Parafraseando o Niemeyer, o importante não é a decoração. O importante é a vida. E se cabe mais vida num escritório planejado, me resigno.


E soluções de parede? Fico sempre na dúvida se a arrumação não dura só até a foto. Será que a placa de eucatex ajuda mesmo a colocar ordem na bagunça?


Mas ó, esse apontador de mesa (foto abaixo), desejei. Vivo tentando subornar um velhinho no trabalho pra me vender o dele. O causo é que ganhou da professora, quando ainda estudava. E nem adiantou argumentar que terá valor afetivo pra mim também.


Então é isso, quem sabe as fotos que juntei de escritórios não te servem mais do que a mim?


Moral da história? A escrivaninha do chapeleiro maluco pode parecer com um corvo. A minha não há de. Nem a sua.


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