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BLOG DE FÉRIAS

Tô nesse hiato dedicado à preguiça.
Se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí.

Feliz Ano Novo!

Volto em 2009

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ENTÃO...

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TU M'..., TU = M

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Casa de Lisa Whatmough, a mente da Squint.

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INVEJA

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Me disse um moço, um tal meu pai, que chaise é a cadeira que tem inveja da cama. Mas o que essa não tem é motivos para tanto. Custa onze mil dólares, aqui.

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QUEM VÊ CARA NÃO VÊ DECORAÇÃO

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Veja bem a casa do Peter Hinwood.
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Prova que quem vê cara, não vê decoração.

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RANCHO NO TEXAS

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Rancho de Liz Lambert. Em mais uma prova que o lindo não precisa ser caríssimo.
(Imagens da Marie Claire Maison)

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CASA DE SOLTEIRO

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Saí do interior de Minas aos 16 anos e fui morar sozinha em BH, em Lourdes, onde a vida era essa: “subir Bahia, descer Floresta”. O André (que não é o marido) morava no prédio paralelo e a gente estudava no mesmo colégio. Nos odiávamos no começo, mas acabamos tão amigos que nossas vidas acabaram também acontecendo em paralelo.

Ele morava no pior apartamento de solteiro que eu já conheci. E olha que tinha dois quartos, umas fotos belíssimas na parede, uns móveis de design interessante, e uma cadeira butterfly no quarto. Mas nada disso impedia o nojo que eu tinha do banheiro dele. Se eu tivesse que lavar as mãos lá, secava com papel higiênico, porque toalhas limpas não existiam naquele universo. Ele também esquecia sempre de trocar os lençóis, me lembrando infinitamente daquela frase: "Detesto trabalho doméstico. Você troca os lençóis e, seis meses depois, tem que trocar tudo de novo."

Um cara não precisa ser metrossexual pra querer impressionar alguém com o seu apartamento bacana. (Tenho ojeriza da palavra "metrossexual", que pra mim só define o David Beckham. Mais ninguém. Graças a Deus.) Se o moçoilo lê o de(coeur)ação, no mínimo tem uma certa preocupação estética.

Então vou dar uma mãozinha pros meninos bacanas, leitores do blog, e dar dicas muito básicas do que fazer/ter para impressionar quem visita o seu ap pela primeira vez. Seja a visita alguém que se quer bem, seja a visita alguém que se quer melhor ainda.

1. Papel higiênico macio. Deus nos livre daquele papel cinza. Lixa é pra madeira, baby.


2. Banheiro limpo. É difícil, eu sei. Mas pelo menos varrido.

3. Toalha de rosto limpa. De preferência macia, mas limpa já está ótimo. Dá pra comprar online direto da Teka. E nas Americanas.4. Água potável gelada. Se sua geladeira só tem aquela garrafa que você bebe no gargalo, náh. Ninguém merece água babada. Deixe a saliva pra trocar no beijo. Compre pelo menos 1 garrafa decente (no supermercado mesmo, se quiser), com tampa e troque a água dela no dia da visita. Garrafa da foto, uns R$40 na Departamentos. Ou segue a dica da Carola e compra uma garrafa parecida com essa, da água Lorina por R$15 no Carrefour.

5. Espelho do banheiro limpo. Dica básica: espelhos se limpam muito bem com jornal. É só pegar um pedaço de jornal seco e esfregar que as manchas de sujeira desaparecem. Nada mais nojento que manchas de pasta de dente no espelho do banheiro.

6. Meia-luz. Seja no quarto, seja na sala, meia luz ajuda a criar um clima. Tenha uma luminária, pelo menos. Você pode até usar um pisca-pisca baratinho pra fazer um efeito.

7. Lençóis limpos. Não precisam ser combinados. Mas têm que ser limpos. E macios de preferência.
8. Cinzeiro. Este é controverso. Nenhum de vocês dois fumam, e são contra, etc. Mesmo assim ainda é interessante ter um cinzeiro. Pra ter onde jogar fora o chiclete, por exemplo. E se você fuma, vai lá e compre um cinzeiro decente, please. Eu tenho desse da foto, que eu prefiro por ter tampa. E custa menos de R$10 na Tok Stok.

P.S.: Hoje o André mora em Copa num apartamento lindo e que tem toalhas limpas!

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Pérolas de tomate cereja

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O nome é chique, "Pérolas de tomates cereja". E ao comer vem à mente a palavra acepipe, iguaria delicada. Mas o feitio é muito simples. E esses tomatinhos recheados com tartare de camarão têm um sabor que é um espetáculo!

Tomates
- 20 unidades de tomate cereja de aproximadamente 2cm de diâmetro (aqueles bem redondinhos).
- Mergulhe os tomates em água fervente por 7 segundos. Pra conseguir esse tempo faça de cada vez apenas a quantidade que sua colher consegue tirar.
- Mergulhe imediatamente os tomatinhos em um recipiente com água gelada. Esse processo faz com que a pele se solte facilmente.


- Com uma faquinha de cozinha bem afiada recorte a tampa do tomate e retire as sementes com um boleador ou uma colher pequena. Retire a pele delicadamente e reserve.

Ingredientes para o tartare
- 150g de camarão cozido no vapor, cortado em pedaços pequeninos.
- 1/2 limão.
- 3 colheres (sopa) azeite.
- 1/2 cebola roxa picadinha.
- 1/2 dente de alho picadinho.
- 1/4 de pimenta dedo de moça picada.
- Salsinha picada.
- Pimenta moída.
- Sal.

- Misture todos os ingredientes para o tartare, acerte o sal e recheie os tomates com cuidado.
- Coloque em uma colher de porcelana, tempere com gotas de azeite, pimenta moida e um pedaço de ceboullete.

O tartare pode ser feito também com atum fresco ou ostras, substituindo os camarões. Também podem ser servidos em uma bandeja, embora sejam mais apropriados para colheres.

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EPIFANIA

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Meu pai dizia que fazenda chamava assim porque não acabava nunca, era sempre fazendo, fazendo. A vida devia se chamar fazenda. A casa devia se chamar fazenda. Mas por esses dias optei por não fazer, seguindo os conselhos de Bartleby.

Mas com tudo isso, parece que estou perdendo um sentimento de grandeza que não veio nunca de livros ou de pessoas, uma coisa muito minha, e que desde pequena deu a tudo, aos meus olhos, uma verdade que não vejo mais com tanta freqüência. Disso tudo restam nervos muito sensíveis e uma predisposição séria pra ficar calada. Mas aceito tanto agora. Nem sempre pacificamente, mas a atitude é de aceitar.

Às vezes é assim. Às vezes é assado.

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SELBY SAVES

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Enquanto esta longuíssima semana do abandono não termina, Selby salva.

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JULIA KRANTZ

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Quando vi essa cadeira, pensei: "Não é possível que não é design brasileiro." Não, não é possível. É brasileiríssimo. Julia Krantz. Via Dezeen.

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DEGUSTAÇÃO - MENU DE NATAL

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Degustação está de volta com uma série de receitinhas fáceis e charmosas para suas comemorações de fim de ano, no melhor estilo "faça você mesmo" sem sofrimento, como manda nossa filosofia.

Vamos começar com um modismo, que não deixa de ser bacana: comidinhas finger-food, para você comer com as mãos e com os olhos!

♥♥♥ Damascos com queijo brie e mini figo português cozido em redução de vinho do porto.

ingredientes:
5 mini figos
10 damascos
queijo brie (o necessário)
200mL de vinho do porto
3 colheres (sopa) de açúcar

preparo:
- Corte os damascos ao meio (cada um vira dois canapés).
- Corte pedacinhos de queijo brie um pouco menores que os damascos.
- Corte o mini figo em 4 e leve ao fogo em uma panelinha com o vinho do porto e o açúcar. Deixe reduzir até virar uma calda grossa.
- Em cada metade de damasco coloque um pedaço de queijo, e por cima um quarto de figo e um pouco de calda.

Você pode servir em colherinhas próprias, ou numa bandeja. Todos os ingredientes podem ser encontrados na Casa Pedro, no Rio.

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CAPITÃO GANCHO

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Talvez não seja a hora, o verão tá aí. Talvez pra você não interesse (na casa dos meus pais isso seria impensável). Mas eu sim, eu preciso de ganchos perto da porta de entrada. Trabalho mutas vezes de de costume ou tailleur, e chego em casa com o casaco na mão. Além disso tenho mania de panos, cachecóis, lenços. E quando chego em casa não quero me preocupar com guardar estas coisas, e não quero jogar por aí. Então sim, eu preciso de ganchos. (Mais ganchos, porque já temho um.)
E salvo a imagem de todos que me interessam, que acho bacana. 

Esse abaixo, do Blue Ant Studio, tem luzinha, o que é ótimo quando a gente chega em casa, de noite.
Esse abaixo é uma versão mais simples do clássico de Eames.

E esse (embaixo) é da Tok Stok, que tem outros.
Mas o brazuca mais bacana que eu achei só pendura chaves. Da Diálogo. Dica do Marcio Oliveira.

Agora, se você animar, ganchinhos bacanas, ou pregos com canudos, também não fazem feio numa madeira bonita.

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SERTÃO, SER TANTOS

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Nem sempre consigo separar o caráter de "revista" do de diário pessoal. A minha vida não acontece separada dos meus interesses. Não tenho um tempo paralelo pra escrever aqui. Escrevo num tempo dentro da minha vida.

Nessa semana estou pensando muito na imaginação. As formas e construções da imaginação. A imaginação que educa, a imaginação que faz parte de nossa casa, de nossa decoração. A imaginação que separamos do real e a imaginação que nos torna mais fortes. E de tanto pensar nisso, tô numa "semana do abandono". Semana do abandono é um nome que marido deu pras semanas em que não me importo se a sala tá uma bagunça, em que coloco a bolsa em qualquer lugar e que nem reparo que o boné dele está encima da mesa há dias, coisa que normalmente me deixa histérica.

Fosse do Daime, e diriam que eu estou em miração. Fico andando pela casa, descalça, mobile qual piuma al vento, como quem não está aqui, pois estou mesmo é mais encima, revirando os sótãos de minha memória. Tiro livros da estante, folheio. Redescubro anotações minhas feitas com a saudosa papermate vermelha. Fico uma eternidade olhando o passarinho, ali fora, sem vê-lo, mas vejo os sofreus, marias-pretas e tucanos de minha infância com clareza de passar a mão.

Mas aí, num desses momentos contemplativos, parei na frente da porta do meu quarto.

quarto

Guimarães Rosa (autor da frase emoldurada) de tanto imaginar, imaginou que morreria depois de sua posse na ABL. E morreu mesmo. A imaginação é forte, a imaginação tem poder. Imaginamos amores que realmente vivemos. A imaginação produz, a imaginação transforma. Imaginamos os portugueses chegando em suas caravelas de des-cobrindo o Brasil. A imaginação se aprende, e uma vez aprendida, persiste.

Eu acreditei em Papai Noel até uns 4 anos. Quando deixei de acreditar, ele só deixou mais espaço pras caiporas e boitatás. Que mais tarde se levantaram pra acomodar o diabo na rua, no meio do redemoinho. O meu pai me ensinou a imaginar. A minha avó o ensinou a imaginar. E se nenhum de nós dois somos loucos (pelo menos não patológicos) é porque a imaginação foi sempre lavada com muito amor. E se, estou sentada aqui, imaginando, escrevendo coisas, e massageando minha belíssima edição de Grande Sertão, é porque o amor permite isso. É porque o amor tá lá na cozinha terminando o nosso almoço, sem reclamar do meu não-estar. E porque outros amores estão dormindo na minha cama.

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E você? Inclui na sua casa e na sua vida espaço pra imaginação?

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CONVITE

Então, esse é um post diferente. Andei pensando... é que eu trabalho numa empresa que tem 80 funcionários. Desses 80, 76 são homens. Setenta e seis. As outras 3 mulheres nem trabalham no mesmo setor que eu. Clientes então? Todos homens. Aí eu chego em casa e tem marido (=mais um homem). Natal, vou pra Argentina. Viajaremos eu, marido, Bruno e Renato e encontraremos com Dumans, que já tá lá. Ouviu algum nome feminino? Nem eu.

Ultimamente ando feliz que nem quando ganhei um pogobol nos anos 80. Cumprimentar velhinho (que eu nem conheço) na rua eu sempre cumprimentei, mas agora tô tão feliz que olho pra eles com vontade de dar abraço. Então acho que o fato de eu ter tido um bloqueio pra fazer coisas novas, bordar, costurar, pode ser falta de... conversinha de mulher.

Se você é menina e vai estar no Rio no sábado, vamos tomar um chope, ouvir os meninos tocarem chorinho, enquanto vemos as antiguidades da feirinha do Lavradio? Se topar, me manda um email pra gente combinar hora e ponto de encontro, tá?

Quem sabe várias idéias novas não saem de lá, e esse blog não dá uma sacudida?

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TALHERES?

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Eu acho que a Gluttony rima com a luminária do João.

Que tem garfos pendurados num escorredor de macarrão.

Lembra do João, da Casa dos Joões? É ele mesmo o arteiro
que fez a luminária de garfos e esta parede de espelhos.

E que enfeitou de bolinhas de ping pong as luzinhas de Natal.


PENDURICALHO - loja dos Joões
+55 (31) 3282-4206 
R FERNANDES TOURINHO, 363, - 07 BELO HORIZONTE, MG

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