Manoel de Barros, no Livro das Ignorãças disse que "Meu órgão de morrer me predomina. Estou sem eternidades." Assim como esse poema, os artistas que usam o papel me reforçam a noção de efêmero. Me lembram de como eu sou mortal.

Conheça outros artistas que usam o papel aqui. (E você pode argumentar o que quiser. Não gosto de quilling.)














