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ADORÁVEL PSICOSE

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Marido adora. E eu que, geralmente, assisto tv de costas, parei pra assistir. Então que Adorável Psicose me pegou pelo texto, e pelo cenário lindo.


Algumas das soluções até já deram pinta aqui, como o quadro de tecido. E a Mr P, One Man Shy rosa - que aparece atrás da Natália Klein na foto abaixo - eu nunca tinha visto :-) A minha é amarela.


Direção de arte: Paula Scamparini
Fotos: Gustavo Nasr
Adorável Psicose passa no Multishow.
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O AVESSO DO VASO DE FITA

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Antes da descoberta do avesso, meus vestidos de boneca eram uma obra-prima do inacabado. Ver esse antes/depois me fez pensar no avesso, no lado de trás, no arremate. Mas é lindo-fofo-carinhoso.

Fonte: The long thread

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LILLY REICH, OU COMBATENDO O SEXISMO COM INFORMAÇÃO

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Lilly Reich foi a primeira mulher a ser diretora da Werkbund, onde conheceu Mies Van Der Rohe. Por 13 anos, até Mies emigrar para os EUA, eles foram parceiros profissionais e amantes. Reich é creditada como co-projetista de algumas das mais famosas obras de Mies - a sua cadeira Barcelona, e a cadeira Brno.

Albert Pheiffer, vice-presidente de Design e Gestão da Knoll, vem pesquisando e lecionando em Reich por algum tempo, e diz: "É mais do que uma coincidência o sucesso de Mies começar ao mesmo tempo que sua relação pessoal com Reich". E também: "É interessante notar que Mies não desenvolveu plenamente mobiliário contemporâneo com sucesso, antes ou depois de sua colaboração com Lilly Reich."

Em 1930, Mies tornou-se diretor da Bauhaus, e Reich se tornou uma das primeiras professoras do sexo feminino. Ela ensinou design de interiores e design de mobiliário lá até o final de 1930. Em 1943, seu estúdio foi bombardeado e ela foi parar em um campo de concentração nazista. Foi libertada em 45, com o fim da guerra, mas acabou morrendo em 1947.

♥ Não digo que sou feminista não-praticante, porque nada mais cretino que o termo “não-praticante”. Ou é ou não é. Mas niqui, além daquela pesquisa de decoração de interiores no Brasil, estou em outra de Design de Móveis feito por mulheres no Brasil. As mulheres estão aí, fazendo móveis por mais tempo do que se imagina. Mas nunca receberam os créditos. E mesmo quando recebem, são como coadjuvantes. Outro exemplo? Ray Eames por Charles Eames. Outro? Charlotte Perriand por Le Corbusier.
♥ Então de agora em diante, 'bora combinar? A cadeira Barcelona é de Van Der Rohe e Lilly Reich.
Fonte do texto original e completo.

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CASINHA FELIZ

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A Thaís me mandou um email, me agradecendo pelo d♥, que despertou um novo amor nela. “Peguei tanta amizade com essa coisa de casa, que decidi começar uma faculdade de arquitetura (e olha que estou terminando um outro curso)!” Este email veio com fotos da casa dela. E eu? #morri. Quer morrer também? Olha só.








Manoel de Barros diz no Livro das Ignorãças que “Em casa de caramujo até o sol encarde”. A culpa não é minha não. É sua mesmo, da sua casa ser tão linda.



Ah, e a Thaís tem um blog. Ora, ora vejam só!

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O POVO DO BOTÃO

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"oi vivianne! sou seguidora do seu blog, e adorei encontrar o hélio por aqui. grande amigo meu, hélio leites já mudou minha vida muitas vezes. paulo leminski o chamou de "significador de insignificâncias", e ele é realmente incansável nessa missão...

hélio não tem computador - ainda usa máquina de escrever e papel carbono - então eu montei um blog onde publico algumas peripécias do hélio e do nosso grupo, que circula em torno do botão.

um pequeno abraço, mas cheio de significados!" Katia Horn


Eu tenho a sensação de estar sempre segurando a ponta de um novelo, que, quando cai, revela um mundo inteiro e novo pra mim. Todas as fotos desse post são de peças de Hélio Leites, o moço que fez a gente pensar. Obrigada Katia, por me dar o novelo na mão.

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EU ERA ASSIM, FIQUEI ASSADO

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Isturdia aconteceu uma coisa comigo que me deixou mal. Aquelas coisas de perder a confiança nas pessoas. Mas aí peguei um joão e fiquei folheando. Até achar: "A vida remexe muito. A felicidade mesma está remudando de eito, e a gente não sabe, cuida que é infelicidade que chegou”. E eu pensei que a melhor coisa da vida são os avisos de "mind the gap". Você toma um susto, dá uma vertigem, mas pronto! Evitam que você caia num buraco maior.

Com a casa é a mesma coisa. Não tão profundo, é claro. Raramente um móvel te decepciona. E se você não acha mais ele assim, essa coca-cola, dá pra reformar.

"Oi! Eu era um armário qualquer nota. Fiquei assim depois de um banho de tinta." Tinta faz milagres - para móveis, ainda mais com uma estampa bacana. Link para download do gráfico.

Imagem da Elle Decor Africa. Excerto de Noites do Sertão.

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O PIOR DESEMPREGO DO MUNDO

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Marido me pergunta sempre. "Como você consegue?" Trabalhar no que não me dá prazer, quer dizer. Mas isso é mentira. Porque tenho alegriazinhas todos os dias no meu trabalho burocrático. Embora não em baldes.

Levei muitos, muitos anos pra descobrir o que gosto de fazer. E até descobrir, não ia ficar parada, procurando o sentido da vida, ou fazendo o Epicuro, perguntando “onde está a beleza?”. Até porque eu sei que we do not see things as they are, we see things as we are. E incompletas, imperfeitas, insatisfatórias eu veria todas as coisas. Até estar pronta. Porque não é que a felicidade não bata à sua porta. Ela bate sim, muitas e muitas vezes ao longo da vida. Mas para reconhecer a sua face é preciso estar com os olhos desanuviados. E isso sim, é renda de bilro: demora.

♥ Que tal um cadinho de matemática, pra ajudar a pensar a vida?

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FESTA DO FELTRO II

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É como contar a piada da maneira errada, né? Eu ia perguntar o que todas essas fotos têm em comum. Todas elas têm uma peça feita com feltro. Letras e formas em feltro colorido + papel = belíssimas peças pras paredes outrora nuas.

Fotos da casa da dona da Castle. Via The Design Files. (Menos a última, que é da minha casa mesmo.) Mais feltro no d♥? Venha por aqui.

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DECOR PÓPI

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Humm, sabe quando vem aquele cheiro de pão quente na cozinha, e dá vontade de esfregar uma mão na outra e fazer carinha de "Hummm"? Ou quando se vê uma foto muito bacana e dá uma comichão de coisa boa? Pois então vi essa obra e fiquei assim, assado. Pensando que absurdo de simples, que abcego de engraçado, que abmudo de genial. E como coceira é coisa que só passa com ação, fui procurar o dono da cousa.


Well, que surpresa descobrir que o artista americano Cary Leibowitz tem uma casa linda? Bora espiar essa mistura pop-eclética-vintage-moderna-atulhada-caldeirão?





Eu curti, e você?

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OU ALL THAT JAZZ

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Em ’74 Peter Allen já cantava que ‘everthing old is new again’. E, well, o antigo nunca saiu de moda nas rodas de bom gosto. Mesmo que suas doses ‘adequadas’ variem bastante.


Maria Amélia dizia que pra se entender bem uma situação é preciso esperar a água se separar do óleo. E esta afirmação se encaixa como Lego aos modismos e épocas. É preciso esperar passar um pouco pra enxergar melhor. E, ao que parece, com a dose de vintage na decoração começaaaando a diminuir, já podemos chamar o estilo tudo-junto-misturado de “Millennium Modern”. Mas eu não gosto do nome. Então pode ser novelho? Ou mistureba? Ou ____________(preencha com a sua sugestão).

♥ Imagem via ASTB.
♥ Ando às voltas com um projeto de pesquisa em decoração no Brasil nos anos 50. Se você tiver algo pra me contar, me conta?

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LUSTRE DE MADREPÉROLA

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Oi Vivianne,

Sou muito fã do seu bom gosto. Resolvi te escrever para tirar uma dúvida: você sabe onde comprar um lustre como este da foto? Já o vi em alguns sites na net e uma vez vi em um apartamento. Acho ele uma riqueza, faz um barulho delicioso quando recebe vento. Se você souber, pode por gentileza me dizer?

E parabéns pelo seu site maravilhoso! Muita luz para você e sua familia. Bju,
Melissa Dias


Olá Melissa! Muito obrigada pelo carinho. Também amo esse lustre de madrepérola, mas na verdade ele costuma ser encontrado como móbile em lojas de artigos orientais. Entretanto vi uma vez na revista Casa e Jardim (acima), que a designer de interiores Maristela Gorayeb fez os dela, com contas de madrepérola e base de madeira.

Já vi também esse lustre feito em papel (acima) com o passo-a-passo explicadinho no Design Sponge. Ajudei? Beijo.

UPDATE: "Olá, Vivianne! Não consegui postar direto no seu blog...não sei o que deu errado! Após ler o seu blog, estava procurando um presente na loja virtual Imaginarium e vi um lustre bem parecido. Custa R$299,00. Abraços, Cristiane Costa."

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FEELING BLUE

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Houve um tempo em que eu amava a minha parede azul. Mas o tempo passa, a vida é curta e a tesoura é certa. Bem, a pintura é certa. E fui à loja de materiais de construção namorar umas cores. (Porque ah! marido que me perdoe, mas como tomo gosto em namorar cores!).


E esquecida do que fui fazer, tal qual o dia em que fui comprar feijão e voltei com flores - não flores genéricas, florezicas quaisquer, mas copos de leite, é preciso que se diga - me apaixonei por azuis.


Fotos da Living Etc de mar/2011 e a 1ª de uma Real Living antiga. E a parede vai continuar azul.

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ARVORES NÃO TÊM INTENÇÃO DE FAZER MESAS

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Passei a adolescência em um sobrado estilo normando, tinha até telefone (o único da rua): baquelite preto, de parede, no andar inferior, de mesa no quarto de meus pais.

MacArthur e a propaganda americana, é claro, influenciaram meu guarda-roupa e meu gosto cinematográfico e musical (Nat King Cole foi uma paixão). Mas aos quinze anos ganhei meu primeiro Mozart, e a radiola de pés palito, comprada na Mesbla, era Hi-Fi e me ajudou na paixão que me acompanha até hoje. Dava pra ouvir todos os instrumentos, não importa quão delicados! Esse primeiro Mozart está guardado, mas tão arranhado que não se pode mais ouvir.

A novidade ficava sob a escada, num pequeno hall que tinha portas para uma saleta (comum nas construções da época, uma espécie de escritório, com o piano em marfim e duas poltronas forradas de um plástico azul que arranhava a pele...). Era ali nessa saleta que se namorava quando ficava 'sério'.


A outra porta dava para uma sala grande - um grande tapete rosa seco com flores, conjunto estofado em brocado dourado, tipo chippendale, inclusive com console e espelho, um 'chandellier' de vidro imitando cristal, muito bonito.

Era uma sala bonita e confortável, ainda meio proibida. Mas, quando sozinha, eu podia colocar os LPs de samba e dançar até cair sobre o tapete, sempre com cheiro de poeira (se havia aspirador de pó, não o tínhamos lá em casa, era na vassoura mesmo que ele era limpo). E o piso era de tacos de peroba rosa, de novo em espinha de peixe, só que, agora, clarinhos...

A propósito, li entrevista de um pesquisador americano sobre uso do DNA para criar tecnologia, e uma frase me chamou especialmente a atenção: "Árvores não têm intenção nenhuma de fazer mesas ou casas..."

Beijo, Vania

D. Vania, hoje professora aposentada de inglês e português (com direito a canudo e tudo...), foi antes secretária executiva bilíngue durante eras. Por duas vezes começou e abandonou a Escola Guignard, mas ficou o suficiente para conhecer o melhor da arte. Tem 4 filhos, três além-mar, uma à beira-mar, na Paraíba. Divorciou-se dos pincéis há muito, mas continua apaixonada por coisas bonitas, por feituras inusitadas e por gente linda!

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PUFE DE ROSAS DE CROCHÊ

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Eu tinha 6 anos quando, na varanda da casa de Ouro Verde de Minas, a minha avó me ensinou a bordar. Ponto cruz, ponto atrás, ponto cheio. Aprendi matemática com agulhas e linhas. Somar pontos, dividir o tecido, multiplicar os elementos, medir o tamanho da linha, do tecido, calcular o melhor caminho pra que o avesso fosse perfeito. E sim, eu adorava bordar. Mas na hora do crochê... machucava tanto os dedos, que mesmo enrolados em esparadrapos não dava pra continuar. Nunca mais quis testar.

O tempo passar e eu reli um livro. Refiz uma viagem. E ando pensando em tentar o crochê novamente. Bom estímulo esse pufe de rosinhas de crochê. Pensando em fazer de sacolinhas de supermercado, por conta de poeira e coisa e tal. Quer tentar e me dizer se devo me arriscar? Bem achei um passo-a-passo. Foto da Living Etc.

♥ O d♥ tá na revista Época, que tá nas bancas, você viu? :-)

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ATÉ O 1º BEIJO

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Não deu tempo de programar a fantasia? Cata um Cara Pintada Faber-Castell. A fantasia vai durar pelo menos até o 1º beijo. (©Ticcia) Dica do @claudioluiz. Fonte. Clica na foto, que aumenta.

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APRESENTANDO AS NOTAS DA D. VANIA

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A Vania faz uns comentários tão deliciosos... e sempre por email! Achei que não era justo. Que eu devia compartilhar isso. Mas como email ainda não vem com botão de #curtir, fiz melhor. Convidei a Vania pra uma coluna fixa no d♥!

Então fique à vontade pra conhecer as Notas da Vania:


Pois é. A frase de Simenon me levou muito longe. A uma sala dos anos 40, minha infância - não me lembro dos móveis. Tudo de que me lembro é de que era limpa, o chão brilhava, havia uma certa escuridão, "como se jamais fosse usada". Havia um sofá onde meu pai cochilava às vezes de dia: jornalistas, àquele tempo, trabalhavam à noite. E sobre o chão brilhante, o taco espinha de peixe, eu abria o jornal que ele trazia e me regalava com os quadrinhos. Imagine o Dick Tracy com seu relógio-televisão-telefone.


Era uma aventura essa incursão em terreno proibido, onde só as visitas entravam - as pessoas "da casa" precisavam deslizar os pés sobre pedaços de pano para não arranhar o chão-perfeição. Enceradeira? imagine! Um esfregão de ferro, de cabo móvel, que a gente precisava empurrar pra lá e pra cá até o brilho aparecer.

Poucas lembranças da casa em geral. Felizmente havia um pequeno quintal (cimentado, é claro!), e um lote vago enorme ao lado, cheio de árvores, palco de aventuras maravilhosas, queimaduras de lagartas, a alegria que só Chico Buarque pôde descrever de quando eu era Homem Aranha ou Shazam e, lençol amarrado no pescoço, saltava hilariante de galhos e muros. Minha primeira relação com a mobília, com a decoração, não foi muito impressionante - felizmente posso substituí-la pela feliz lembrança das árvores, muito antes de elas virarem assoalhos e móveis!

Beijão, Vania

D. Vania, hoje professora aposentada de inglês e português (com direito a canudo e tudo...), foi antes secretária executiva bilíngue durante eras. Por duas vezes começou e abandonou a Escola Guignard, mas ficou o suficiente para conhecer o melhor da arte. Tem 4 filhos, três além-mar, uma à beira-mar, na Paraíba. Divorciou-se dos pincéis há muito, mas continua apaixonada por coisas bonitas, por feituras inusitadas e por gente linda!

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POLTRONA EAMES

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Meu pai chegava do trabalho e, banho tomado, sentava em sua poltrona pra ver o jornal. Era uma poltrona bege, de couro, com um pufe de onde sempre era preciso tirar a revista semanal, pra por o pé. Isso, pra mim, era uma coisa tão... adulta! Adulta é a palavra.

Porque antes de sermos adultos, a coluna não dói, o corpo não reclama. E ainda não conquistamos o direito à poltrona reclinada.
A poltrona Eames está presente em muitas das casas mais bacanas que vejo, seja em revistas, na internet ou ao vivo. E toda vez que a vejo não consigo evitar pensar em quão adulto é o dono da casa. E quão chique.

Um dia eu quero ser adulta e chique. E talvez seja bem breve. Se depender da Essência Móveis.

Com base em alumínio fundido, conchas em madeira Imbuia, espumas Soft com alta resistência e revestimento em couro 100% natural, a poltrona + pufe custa R$2.800,00.

O valor ainda pode ser parcelado em 1+3 sem juros no boleto e há mais 10% de desconto para compras á vista. Quer passar no cartão? Pode ser feito em até 12x. E tudo isso a pronta entrega em couro preto e branco! Apesar de ser clichê, essa promoção é imperdível, não é mesmo?

Mais informações sobre a promoção, acesse o link. Mais informação sobre Eames, por aqui.

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EU SOU UM PÁSSARO

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Já passei carnaval em muitos lugares. Mas em uma coisa o carnaval de rua do Rio supera todos: as fantasias são espontâneas. Nem tão pomposas quanto as de Veneza, nem tão bora-deixar-todo-mundo-feio como os abadás baianos. Então, se vai passar carnaval nos blocos do Rio, se jogue no Saara, pegue uma máscara qualquer, personalize, e se transforme num pássaro. Via Modern Kids (que tem a foto da máscara pronta).

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ANIVERSÁRIO DE MENINO

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Uma moça me escreveu, porque queria ideias de decoração pro aniversário de seu filho adolescente. E eu nunca tinha pensado nisso, mas de fato não é fácil. Até que esbarrei nessa foto. Lindo, elegante e emocionante.

Foto: Lucas Allen, revista Martha Stewart Living de janeiro/2011.

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