Seguidores

Arquivo

Procrastinação

Tags: + +




Procrastinação. Ou o verbo que conjugo como a um mantra. Filme de Johnny Kelly.

Comentar

ORGANIZAÇÃO

Tags: +

Sabe fase? Eu tenho. Às vezes não são tão delimitadas e duram anos a ponto de eu nem chamar de fase. Às vezes elas têm um nome diferente: adolescência, casamento, faculdade, aquela-fase-louca-em-que-vivia-na-balada. Às vezes eu só consigo nomeá-la depois que passa.

Eu tô numa fase nebulosa. Ainda não deu pra ver qual é (mas inclui uma microfase de alergia a letra de forma, não consigo ler nem o Meia Hora).

Assim, a organização tem ficado para segundo plano. Não, meu armário não tá uma bagunça, por conta dos hábitos que permaneceram da fase anterior, e porque a Nilda fica com dó quando vê a pilha de roupa passada, por uma semana em cima do banquinho, e arruma no armário pra mim.

Mas resolvi não ficar esperando passar a fase, ou dar vontade, ou ser o dia certo, ou a conjunção astral ideal, e vou arrumar as coisas, dar um tapinha na arrumação da casa, mudar objetos de lugar. É um projeto.

À medida que eu for organizando em casa, compilo as dicas e mostro pra você.

ETAPA 1: BADULAQUES

Martha Stewart mostra que, forrado de metal, o armário do banheiro ganha mais compartimentos com esses vidrinhos de tempero com ímã.

Eu gosto bastante dessa solução pra muitos broches e brincos. Além de tudo fica lindo. Outras soluções interessantes:

Meu cabelo cresce à taxa de 3cm/mês. Então eu tenho que me adaptar muito rápido a muitos jeitos de cabelo. Resultado: 1001 presilhinhas. A minha mãe me deu uns organizadores de acrílico um tempo atrás, e um de baton. Eu só tenho 2 batons! Mas não é que a coisa serviu perfeitamente pras minhas presilhinhas?

Para presilhas maiores, comprei vasinhos a R$2/cada no Saara, e tudo isso cabe no armário do banheiro.

Comentar

BUENOS AIRES

Tags: + + +

“Nascera a questão dos sapatos obrigatórios de um projeto do Conselho Municipal, que foi aprovado e sancionado, determinando que todos os transeuntes da cidade, todos que saíssem à rua seriam obrigados a vir calçados.


buenos 144

Nós passávamos então por uma dessas crises de elegância, que, de quando em quando, nos visita. Estávamos fatigados da nossa mediania, do nosso relaxamento; a visão de Buenos Aires, muito limpa, catita, elegante, provocava-nos e enchia-nos de loucos desejos de igualá-la. Havia nisso uma grande questão de amor-próprio nacional e um estulto desejo de não permitir que os estrangeiros, ao voltarem, enchessem de críticas a nossa cidade e a nossa civilização. Nós invejávamos Buenos Aires imbecilmente.


buenos 145

Era como se um literato tivesse inveja dos carros e dos cavalos de um banqueiro. Era o argumento apresentado logo contra os adversários das leis voluptuárias que aparecem pelo tempo. A Argentina não nos devia vencer; o Rio de Janeiro não podia continuar a ser uma estação de carvão enquanto Buenos Aires era uma verdadeira capital européia. Como é que não tínhamos largas avenidas, passeios de carruagens, hotéis de casaca, clubes de jogo?”



buenos 261

“Recordações do Escrivão Isaías Caminha”, de Lima Barreto - citado hoje por Caetano Veloso. Fotos tiradas por mim em Buenos Aires, dez2008/jan2009.

Comentar

TECIDO?

Tags: +

Seguinte é esse: não existem regras. Você pode dizer, 'mas tecido na porta do armário da cozinha? E a gordura?' Ou que quadro em cima do fogão não pode. Eu acho que pode. Tá, também não gosto da estampa e nem da cor escolhida aqui. Mas que pode, pode.

Veja o passo-a-passo:

Comentar

ESTANTE?

Tags: +

Do site mais bonito que visitei nos últimos tempos.

Comentar

DALVA E DITO

Tags: + +

Segundo o blog do Marcelo Rosenbaum, "o projeto do restaurante Dalva e Dito - dos chefs Alex Atala e Alain Poletto, partiu da proposta de resgatar a comida colonial brasileira." E então eles foram pra onde, buscar idéias? "Ouro Preto (MG), diretamente na fonte do patrimônio arquitetônico brasileiro preservado."

0

110

2

31

4

6

Vendo as fotos eu desenrolei o novelo da memória. Lembrei de todos os restaurantes da família Trópia que a equipe do Rosenbaum deve ter visitado, pois tá tudo aí, misturado nas idéias bacanas do Rosenbaum. (A Casa do Ouvidor, o Café Geraes, o Café & Cia, e um outro novo que abriu pertinho da minha casa de Ouro Preto, no Rosário, ao lado do Solar.)

P.S.: A Lud acaba de lembrar dO Passo, também dos Trópia em Ouro Preto, também com elementos presentes aqui. (E que fica na ponte do "If you jump, I jump" mas essa é uma outra história.) E o André disse que a coisa vermelha na esquerda de segunda foto é a Ferrari das televisões de cachorro.

Comentar

ILUSTRAÇÃO

Tags: +

0039

Então eu tava procurando coisas vermelhas e achei muitos, muitos portfolios de ilustradores, nessa fonte.

Comentar

AGÁQUÊ

Tags:

Ê domingão que não acaba. Se você tiver à tôa quinem eu, leia a entrevista com Allan Sieber, um de meus cartunistas favoritos.

mommysboys014b

E depois dá uma olhada nessa série do Dahmer, pai dos Malvados.

Comentar

ESCARLATE

Tags: + +

Seguinte é esse, saí na sexta e passei o fim de semana de molho. Pra não perder o costume, comprei uma latinha de tinta vermelha e pintei umas coisinhas. Vermelho, minha nova idéia fixa.
verm
Peças da Etna, que abriu filial no Rio. O abajur custa 39,90.

Comentar

FAVORITOS - JOELMA TERTO

Tags: + +

Manoel Bandeira chama a amada de "girafa de duas cabeças" em um poema. Nos primórdios acreditava-se que a girafa era mistura de uma fêmea camelo, com um macho leopardo. E eu vou fazer uma confissão: eu sou alucinada com girafa. Desde que eu descobri que elas não são amarelas, fiquei mais apaixonada ainda. (Eu devia ter uns 8 anos...) Como um bicho castanho ficou amarelo no imaginário coletivo? A girafa imaginária sendo mais forte que a girafa real. Eu gosto disso. E a Joelma tem uma girafa em casa! (E uma zebra...)

256030121_98d43b6bcc_o
554358806_e006cda2bc_o

Quando falei sobre a sensação que me dá às vezes, de que a casa encolhe, a Joelma me mandou um email. "Meu apê é encolhido por natureza, Viv. A solução, desde sempre, foram as prateleiras. Há cinco anos, quando fui morar lá, elas ainda não estavam tão hype como ficaram depois. Mas eu gosto, sempre gostei. Elas organizam quase tudo."

13
115624994_7c5e1dfefa_o
115648860_42c4f395f8_o
mesa2
mesa3
1420336154_dfc6ee040d_o

Joelma Terto é jornalista, alagoana, mora em Porto Alegre há quase 10 anos e trabalha com assessoria de imprensa. Ela é casada com o 77 (sim, o apelido dele é "sete-sete" porque ele nasceu no dia 7/07/1977 :), que é programador e trabalha com desenvolvimento de software.

3054579802_7fff955f23_b

Então ela diz:

Estamos nesse apê há 5 anos. É alugado. Um apê gostoso, no térreo, pequeno, de um quarto, mas tem peças amplas (fora a cozinha que é bem pequena) e que tem dois (dois!) pátios. Aliás, foi a possibilidade de ter pátio que me fez gostar dele, de cara. Um pátio sai para a cozinha, é o pátio de serviço, em L. O outro, sai para o quarto. Nosso plano é fazer desse segundo pátio uma área gostosa de lazer, com plantas, boa iluminação. Ainda não conseguimos, mas está nos planos.

DSC06104_resize

A gente a-do-ra cuidar, arrumar e decorar nossa casa. Cada peça, cada detalhe: curtimos tudo. Desde que moramos aqui nesse apê, praticamente já trocamos todos os móveis, já trocamos cor de paredes, já fizemos algumas mudanças estruturais. A bancada de computadores + TV já foi no quarto, que é bem grande, hoje fica na sala e foi uma das melhores mudanças que fizemos. Apesar da sala ter ficado mais "apertada", passamos a usar mais a peça e é legal quando recebemos amigos porque tem toda aparelhagem à mão - computador com as fotos, dvd, etc.

quarto

Como o espaço é pequeno, tudo é pensado, planejado, calculado e medido. Mas (quase) tudo é feito por nós mesmos - projeto e execução. 77 tem habilidade com ferramentas (o presente que ele mais gostou de ganhar de mim foi a furadeira Bosch, sempre solicitada pelos amigos, com o dono junto, claro). Também adoramos reciclar móveis velhos e dar novos usos para os objetos.

***

E eu, Joelma, além de gostar de girafas, gosto mais ainda de casas de gente de verdade.

Comentar

MARROCOS

Tags: + +

Seguinte, lembra da parte um dessa novela que tá aí? Então, era no Marrocos. Aí eu quis lembrar o Marrocos.
MAR5
MAR4
MAR3
MAR2MARE, por fim, a salinha marroquina que mais gosto:


***

Seguinte 2, eu tô cansada, mas muito. Fui acompanhar morcego, acordei de cabeça pra baixo. Tem noção vinte quilômetros, 2/3 morro acima? Foi isso que o Google Maps me disse que eu andei no fim de semana. Aí hoje, essa chuva de canivetes no Rio, eu há horas parada no trânsito, pensei: vou andando. E fui. Cinco quilômetros na chuva. Daqui a pouco faço o caminho de Santiago com o pé nas costas.

Então hoje não quero escrever nem nada. O post só sai porque tava pronto. Vou dormir. Novela? A única coisa indiana que quero ver é o Slumdog Millionaire. E nem é hoje.

Comentar

ARTE POP

Tags: +

Olá, meu nome é Mariana Pabst Martins e fui convidada pela Vivianne para fazer um post aqui!

Tenho, com meu marido e um sócio, uma galeria de arte em São Paulo, a Choque Cultural, cujo objetivo, além de mostrar artistas que gostamos muito, é aproximar o público jovem da arte, da galeria de arte e por fim, formar um novo público colecionador, mostrando para isso uma arte mais jovem e mais pop, mas não no sentido da escola “pop art”, mas do pop mesmo, algo que alcance um público maior, não elitizado, e de preços mais acessíveis.

Estamos inaugurando neste janeiro mais uma exposição em intercâmbio com a galeria Jonathan Levine, de Nova Iorque, com quatro artistas que gostamos muito: Doze Green, Jim Houser, Adam Wallacavage e a estrela pop Tara McPherson.

Doze Green veio do hip hop, Houser e Wallacavage do skate e McPherson do rock.

Alguns artistas desse cenário - como Shag, Mark Ryden e certamente Tara McPherson - têm trabalhos bastante conhecidos, por conta de desenhos e quadros pirateados em bottons, camisetas, flyers de baladas, posters, por toda parte.

Lover
Metronomes

Tara, aliás faz um bocado de posters para shows de rock. Suas imagens, ao mesmo tempo simples e sofisticadas, passam muito bem a mensagem das músicas. Quando ela faz quadros, expressa sempre algum sentimento universal, alguma coisa que você já sentiu um dia.

Abyss
Handler

Convidamos a Tara pra vir ao Brasil pessoalmente, quando estivemos lá nos EUA em maio passado (para a exposição do nosso artista TitiFreak na galeria Jonathan Levine), e ela não só adorou a idéia como preparou uma série especial de quadros para a ocasião, e estes, que ilustram este post, são alguns deles.

***
Galeria Choque Cultural
www.choquecultural.com.br
De segunda a Sábado, das 12 às 19 horas.
Endereço: Rua João Moura, 997, Pinheiros, São Paulo

2009 - 17 janeiro - 27 fevereiro/fevereiro: Pela primeira vez no Brasil, TARA MCPHERSON, JIM HOUSER, DOZE GREEN & ADAM WALLACAVAGE mostram seus mais novos trabalhos, fazem workshops e encontros com o público.

***
No dia de 30 de Janeiro, Tara McPherson vai estar no Rio, na galeria La Cucaracha. Rua Teixeira de Mello 31, Loja H, Ipanema. Mais informações aqui.

***
Veja o que já foi dito aqui nesse blog sobre Tara McPherson.

Comentar

CAPA DE IPOD

Tags: + + +

LADO A

Alta Fidelidade é um dos livros que mais gosto. O filme é descrito como "a comedy about fear of commitment, hating your job, falling in love and other pop favorites." Sem falar nas listas com cinco coisas.

Outra de Alta Fidelidade, um dos diálogos curtos que mais gosto. O moço entra na loja de discos e pergunta:
- Do you have soul?
- Sometimes yes, sometimes no.


O protagonista (que no cinema foi o John Cusack) passava muito tempo gravando fitas. Eu passei muito tempo gravando fitas quando tinha 12, 13 anos.


LADO A

Nada como um objeto sentimental. Isturdia eu vi um menino com uma capinha de iPod muito fofa. Era uma capinha de crochê que tinha sido da mãe dele.

***

Junte o LADO A com o LADO B, e tenha isto:

Capa de iPod Faça-você-mesmo, de feltro.

Material:

1 folha de feltro colorida
retalhos de feltro
linha da cor da folha de feltro
agulha de bordar


Instruções:

1. Corte dois pedaços de feltro, do tamanho do seu iPod para fazer o corpo da capa.
2. Os retalhos de feltro em cores contrastantes, corte para fazer a parte inferior da fita cassete, os "furos" da fita e o rótulo.
3. Borde quatro linhas nos "furos"(círculos brancos na fita acima).
4. Borde o rótulo. Você pode colocar o seu nome, ao invés de a "I love '80s".
5. Use ponto corrido (o ponto mais simples) para juntar as partes menores nas maiores e as maiores (corpo da capa) entre si. Não se esqueça de deixar o topo aberto para o seu iPod entrar na capa.

Fonte. Em inglês.

Comentar