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ARMÁRIOS ABERTOS

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O blitzkrieg é uma doutrina militar de ataques rápidos e de surpresa, com o intuito de evitar que as forças inimigas tivessem tempo de organizar a defesa. Pois então que eu aproveitei que marido viajou pra fazer um blitzkrieg na cozinha.
Porque fazia um tempo que eu queria colocar umas tigelas à vista. Mas fico com medo de juntar muita poeira e gordura. Então resolvi colocar as que uso todo dia, porque assim não fica parado, juntando sujeira.
Mas é uma experiência. Não sei se vai durar. Não sei se terminei. Mas é que gostei tanto de armários abertos que vi por aí...

Mas me conta você, você tem armários de cozinha abertos? Tá satisfeita? Me conta?

Foto 1 via SeeSawDesigns. As outras, via Apartment Therapy.

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PRATELEIRA ENFEITADA

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Bora enfeitar aquela prateleira que anda meio mais ou menos?

É melhor usar algo que é fino o suficiente para permitir cantos mais bem acabados - algodão estampado é a sugestão da Living Etc. Você pode colar ou até grampear.

Dica: Lojas de tecido sempre têm pechinchas nas bancas. Nas lojas da Av. Passos no Rio de Janeiro é possível encontrar estampas lindas por R$3,99 o metro.

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SORTEIO OBJETOS COM ALMA!

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Eu tinha 16 anos quando fui morar sozinha em Belo Horizonte. Morava na Timbiras e estudava no Pitágoras. Foi no cine Palladium que vi Independence Day, com o meu melhor amigo até hoje, que também morava ali. No cine Belas Artes a gente via o que não passava nos cinemas grandes, Guantanamera, Kolya. Vi todos os Fellini no CCBH. O edifício Maleta era pra comprar livro em sebo, almoçar na Cantina do Lucas e conversar com um livreiro que tinha um rato chamado Albatroz. Na Lojapontocom eu comprava minhas roupas modernetes pra combinar com os cabelos vermelhos. Eu era clubber, e se você tem mais de 16 anos, lembra o que é isso. Pra pensar? Era na praça da Liberdade que eu me sentava. Metida à besta, ia sempre ver concertos de música barroca num centro cultural ali perto. O máximo que eu me afastava era pro bar do Lulu, ou pro Vovó Bia, boteco descolado que o Euler – meu amigo de infância, e meu cabeleireiro até hoje – tinha na época. E de tão habitué dos entornos da rua da Bahia nessa época, andando por lá ainda me sinto em casa.


A loja Objetos com Alma fica nessa vizinhança, e toda vez que a Maria Tereza me escreve, me dá uma coisa boa, uma saudade, uma vontade de abraçar, de passar ali pra ver as novidades e tomar um café.

Além disso, a Maria Tereza foi uma das primeiras pessoas a me abrir os olhos pra o que eu faço aqui no de(coeur)ação, que é um trabalho de informação, e feito com esforço. E ela anuncia no blog desde então, como reconhecimento disso. E então, quando ela me pediu pra sortear um presente no blog, como ia dizer não?

Então não parece, mas este é um post de sorteio. Um-hum, é sim. E o que a Objetos com Alma quer te dar? Um pôster maneiríssimo.

Eu já adorava a obra do pintor Art Nouveau Steinlen - que ilustra este post -, mas não sabia quem ele era. Chat noir = Gato preto em francês e é também o nome de um cabaré parisiense antigo e famoso, quase tão famoso quanto o Moulin Rouge. O desenho mais famoso do Steinlein é La tournée du Chat Noir avec Rodolphe Salis (1896). Exatamente o que a Objetos com Alma quer te dar!

REGULAMENTO: São elegíveis ao prêmio todos os leitores residentes no Brasil que comentarem neste post. Apenas 1 comentário será computado por pessoa. + 1 comentário será permitido por link no Twitter e/ou blog, desde que informado nos comentários deste post. Portanto cada pessoa pode concorrer até 3 vezes. Link para colocar no tweet: http://im.ly/c5abc/

O sorteio será realizado em 4 de fevereiro de 2010. Pôster de 42 x 31cm, com estampa em placa de metal.

E ó, mora em BH? Dá um pulinho na Objetos com Alma e abraça a Maria Tereza por mim?

Objetos com Alma
Rua Rio de Janeiro 2727, Lourdes – Belo Horizonte
Tel: (31) 3281-0427

OBS: Vou experimentar fazer o sorteio pelo resultado da mega sena, que sai hoje, 6/02, às 20h.

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AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO

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A busca por coisas que todos possamos fazer, e que leva em conta a preocupação com o meio ambiente é definitivamente um estilo de vida que me interessa.

O ASBC (sigla para aquecedor solar de baixo custo) foi desenvolvido por uma ONG paulistana chamada Sociedade do Sol. A sede da entidade é no campus da USP, dentro do CIETEC (Centro Incubador de Empresas Tecnológicas da USP) e as pessoas interessadas podem ir lá para aprender como construir o seu próprio aquecedor.

Mas tem um jeito mais simples, que é baixando do site deles, de graça, o manual de instruções. Os materiais necessários são fáceis de achar em qualquer loja de material de construção e tem custo médio de R$300,00. Serve tanto pra quem tem casa como apartamento.

De acordo com as pesquisas deles, cada kWh que deixa de ser consumido no chuveiro elétrico leva à redução de emissão de aproximadamente 0,6kg de gás carbônico nas novas usinas termoelétricas acionadas por gás natural, com a subsequente redução da velocidade da acumulação deste gás efeito estufa na atmosfera terrestre.

O ASBC poderá economizar algo como (1204 Kwh por família por ano x 0,75 de eficiência x R$ 0,43 por Kwh cobrado pela distribuidora de energia) R$ 388,00 para cada família média, por ano. Isto resulta num retorno financeiro de 9 meses após início de uso do ASBC, admitindo o seu custo em R$300,00/unidade.

Dica da Beatriz Antunes.

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COLCHAS MADRIGAL

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- Vivi ... eu faço a cama aqui no nordeste porque é moleza: apenas o lençol de elástico e mais nada, afinal, com este calor daqui, prá que mais? E colcha aqui em casa, é uma adereço dispensável -deve ser trauma dos tempos das Colchas Madrigal. Em compensação quando eu morava no sul e precisava dormir com uma grosa de cobertas, eu saía da cama escorregando prá não bagunçar muito, puxava bem o lençol de baixo e depois esticava a grossa camada de cobertas, de forma a deixar o "ninho" com cara de cama... Mas reconheço que lá eu tinha crises de rinite alérgica, que aqui nunca tive.

- Deusdocéu, o que são colchas Madrigal?


- Ahahahah... Encosta aqui que eu conto. Encostou? Então, as famosas Colchas Madrigal (tinha uma propaganda liiinda na TV, estilo Noviça Rebelde com a tal colcha balançando num varal) eram umas colchas de chenille, com desenhos feitos com o próprio chenille - tipo um baixo-relevo - e franjas. Minha mãe tinha uma e, na minha cama, outra. E eu a-do-ra-va ficar desfiando a bicha. Aliás, vi uma igualzinha, no Carrefour, outro dia e meu dedinho até coçou para desfiar a pobre.

Bem, isso foi lááá pelo final dos anos 70, quando a gente usava tênis Bamba, Conga, Kichute, Havaianas (das antigas), Alpargatas Roda e por aí vai...

Essas colchas estão de volta nas prateleiras dos mercados, então...você ainda há de conhecê-las, eheheh. (esse risinho foi maldoso)

Mas eu juro: venha do jeito que vier, a tal colcha não entra aqui em casa, nem a pedido do Papa!

- Ah, aquelas Colchas Madrigal! Conheço sim. Tenho até uma foto posando ao lado de uma. Mas ó, super usaria. Tô até pensando se não acho uma nesse tom de turquesa pra combinar com o puxador de meu criado.

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PROJETO VERÃO

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Já que a geladeira tá meio de férias, se recusando a trabalhar direito nesse calor do Hell de Janeiro, o congelador tá fazendo hora extra. Tinha aqui umas forminhas lindas de picolé, compradas em loja de 1,99, e de impulso comprei groselha. Pôxa! Não sabia que groselha era água+açúcar+essência+corante. E a dita já foi aposentada e trocada por sabores caju, guaraná, uva, maracujáa. Sem receita, é só fazer o suco e colocar no saquinho que vai pro congelador.

Mas esse é o último exemplar do Projeto Picolé. Venceu o Projeto Geladinho, porque as crianças não têm a velocidade necessária pra chupar o picolé sem melar tudo. E o geladinho / chupe-chupe / brasinha / sacolé, ou _______ (preencha com o nome que você dá) é o picolé sem a lama. Ótimo praquela fominha de toda hora, que é mais um impulso mesmo de abrir geladeira do que fome.

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MATERIAL ESCOLAR

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Não é fácil: quem tem filho pequeno tá sofrendo pra achar uma mochila/estojo/merendeira que não seja do Ben 10, ou da Barbie e congêneres. Aqui nesta casa acabou-se optando por uma mochila "de adulto" já que eles não queriam de rodinha mesmo, por conta da escadaria da escola. Nesta busca insana por um material escolar que não seja assustador, queria te contar umas descobertas. Umas baratinhas e outras nem tanto.

O porta-maquiagem serve de porta-trecos, de estojo, etc. Custa R$55 + envio. Na Fofys Factory. Que também tem muitos estojos interessantes por R$25.

Lancheira Fugu, da Built NY. Custa R$120 na Doural, e 20 dólares na Amazon. É o famoso imposto ganância. Mas fazer o que? Não vi nenhuma merendeira mais legal que essa.

E esse estojinho da Coza, com muitas opções de cores e que aqui em casa a gente adulta já usava há um tempão, e agora compramos pra crianças. É bom pra guardar caneta, lapiseira e pendrive. Pra guardar escova de dente e pasta. Pra guardar linhas e agulhas. É tão bacana que tem gente que vicia. Tenho uma amiga que vai até separar os machos das fêmeas pra eles pararem de se reproduzir. ;-) Tá por R$9,50 na Casa Show.

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UM MOSAICO CONCEITUAL

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E já que estou falando do Rio, 2 mosaicos me impressionaram demais na vida. O primeiro foi a reprodução de La transfigurazione, de Rafael*, que fica na basílica de San Pietro, no Vaticano. A pintura original está guardada no museu do Vaticano e foi substituída por uma reprodução perfeita, em mosaico. Mas o mosaico é muito impressionante. Tem que chegar muito perto pra perceber os ‘pixels’.

Mas o do Rio de Janeiro, hummm. Pense em uma mosaico gigantesco feito de pedra sabão por voluntários. Pense que cada um dos voluntários foi convidado a escrever uma mensagem - nomes, bênçãos, pedidos e pequenas orações - em cada plaquinha de pedra sabão.


Essa obra é o Cristo Redentor. "A aplicação sobre a argamassa não se deu uma a uma. Para agilizar o processo, foi adotada uma técnica indireta, muito conhecida entre os que trabalham com mosaico. As “tesselas” (pequenas unidades do mosaico) foram coladas uma ao lado da outra sobre um pano de linho fino. Cada vez que se completava a colagem de uma “toalhinha”, estava pronta mais uma parte do revestimento para ser aplicado com argamassa fresca sobre a superfície da estátua do Cristo." Fonte.

*Esse me impressionou também pela história, pela ousadia de Rafael em pintar o rosto de sua amante numa obra que iria pra sede da Igreja.

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SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO

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Nem adianta patrulhar: o Rio de Janeiro tá na moda. E como 20 de janeiro é dia de São Sebastião do Rio de Janeiro, pesquisei os motivos e resolvi bem te contar uma história.

O carioca já teve sotaque francês. Tá certo que eram só uns quinhentos homens. Mas já eram em maior número que os portugueses d’antão. Mas antes dos franceses havia os índios: tamoio (70 mil), e temiminó (uns 8 mil). E como todo povo que tem um líder, eles cumpriam seu destino: brigavam entre si.

Os tamoio, liderados pelo cacique Cunhambebe, logo se tornaram aliados dos franceses. Porque né? Os franceses estavam ali numa ilhazinha à tôa, tinham espelhinhos pra trocar, e não representavam perigo real.

Araribóia (adoro nomes indígenas, ou vai me dizer que “cobra das tempestades” não é um fantástico nome de cacique?) era cacique dos temiminó. Como inimigo de meu inimigo é meu amigo, Araribóia se associou aos portugueses e tomaram o Forte Coligny.

Os sobreviventes franceses, uns 20, foram para a praia de Uruçumirim (hoje Flamengo), e recomeçaram a colonização.


Então veio Estácio de Sá e construiu o primeiro núcleo português, um arraial fortificado. Padre José de Anchieta, que veio de visita, contou que lá dentro tinha casas de madeira e barro, uma roça de legumes e verduras, e uma capelinha dedicada a São Sebastião.

Em 20 de janeiro de 1567, dia de São Sebastião, os portugueses conseguiram vencer os últimos redutos de resistência francesa. Segundo o causo, São Sebastião ipse teria participado da luta em prol dos portugueses. Mas fato, fato mesmo é que Estácio de Sá, tal qual o santo, foi gravemente ferido por uma flecha durante a batalha de Uruçumirim, e agonizou por um mês até morrer.


Mas eu tô aqui pra te dizer o que? Pra te dizer que este lugar, o tal arraial fortificado, o da capelinha de São Sebastião, embora alterado e reformado, existe ainda hoje. É o Forte São José, (ou Fortaleza de São João) na Urca. Essa aí é a mãe de todas as casas cariocas.  Ave mater.

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Cama desfeita, ácaros a menos

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Ai ai, que eu vou te fazer uma confissão. Nesta casa em que habito, nem todos os dias o lençol recebe o carinho da colcha. Nilda só vem na quarta e em dias de desespero. Eu acordo antes dos gatos e saio às 6:30. E marido... bem, esse um não é muito fã de trocar preciosos minutos de sono em prol da belezura da cama. Pelo menos não todos os dias.

E eis que ele acaba de ganhar uma nobre justificativa. Uma universidade inglesa – disus, que que os ingleses já não pesquisaram? – constatou o seguinte: que uma cama com colcha tem o quente/úmido perfeito pro desenvolvimento de ácaros. Já uma cama sem colcha é muito seca pros malvados monstrinhos. Cama desfeita com sol batendo = menos crises alérgicas.

Mas ó, combina aqui comigo, quietinha hein? Conta isso pra marido não! (Foto Livng Etc.)

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DIORAMA

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Tio Aurélio contou que diorama é um quadro que é ou parece tridimensional. Mas Tia Wiki acrescentou que diorama também é outra coisa: é uma representação tridimensional de uma cena.

Quem 'inventou' o diorama foi Daguerre, o mesmo que inventou a fotografia. Essas coisas sempre me encantam, juntar pixels da história de uma pessoa e perceber a paisagem. Porque pra mim faz todo o sentido que alguém que reproduz em mínimos detalhes uma cena queira congelá-la, e reproduzí-la de diversas maneiras. E me impressiona mais ainda que ele tenha conseguido.

Mas, voltando ao diorama, já faz um tempo, um tempo grande até, que resolvi fazer um diorama da Princesa e a Ervilha. E desde então me apaixonei por essa peça. Diria que virei colecionadora, não fossem apenas 4 até agora.

O belíssimo diorama que reproduz uma cena do livro Alice no país das maravilhas, e que enfeita esse post (e a parede do quarto das crianças) é da Era uma casa. Que tem outras peças lindas.

Fico devendo uma foto melhor da parede de dioramas. Enquanto isso você faz uma visitinha ao Era uma casa, né? Que também tem um blog.

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BBB10 X A FAZENDA - DECORAÇÃO

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Assisti A Fazenda I, mas a II não resistiu ao fato de que eu mudava de canal toda vez que aparecia o Britto Jr. Então parei. Nem sei a quantas anda, nem quem tá lá. Quem liga? Mas vou evocar A Fazenda rapidinho, só pra poder mostrar – e comparar – a decoração dos dois reality shows.

A primeira coisa que chamou minha atenção no BBB10 foi o banheiro. Talvez porque o meu esteja ansiando pela reforma e role aquela fixação em detalhes de banheiros. Olhei e pensei: já te vi. O revestimento dos dois é de pastilhas em tons de verde. Ishpia.


E então eu vi a mesa de tronco. E lembrei que tinha visto algo parecido nA Fazenda. Hummm.


E o confessionário do BBB10, embora seja a cara da riqueza (® @hugogloss) tem uma poltrona de couro preto, brilhante e volumosa, bem parecidinha com a que fica no salão dA Fazenda (no detalhe). .


Mas se a academia dA Fazenda não tem um milésimo da bossa da academia do BBB, acho que o BBB ‘homenageou’ a cartela de cores do quarto dA Fazenda na despensa da casa nova.


Mas ó, minha opinião: são inegáveis as semelhanças. Não fossem emissoras diferentes, diria que os projetos são da mesma equipe. Os responsáveis pela decoração dessas casas rezaram pela mesma cartilha. Mas se A Fazenda me lembra a casa daquela tia rica meio sem gosto, que contratou um arquiteto e um decorador; tanque de bolinha, budas coloridos, e cozinha estampada de jornal - personalizada com notícias dos BBBs anteriores - só o BBB tem.


Pra copiar: o tanque, que ganhou humor com essas bolinhas que podem ser feitas com papel contact. As cores vivas. A mistura de materiais. Os budas coloridos (R$59 na Imaginarium).

Fotos: Divulgação / TV Globo / Big Brother Brasil e A Fazenda.

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PLANILHA DE REFORMA & DECORAÇÃO

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A Samira me escreveu perguntando “Você teria alguma planilha ou software para acompanhamento do andamento da obra, tipo, o que gastou, o que pode gastar, controle de materiais, essas coisas?” E então lembrei que tenho sim.

Fiz uma planilha de acompanhamento de reforma e decoração pra facilitar o acompanhamento da obra em meu apartamento, há 2 anos. Então agora, por perceber que ela poderia ajudar mais gente, mexi aqui e acolá para torna-la mais genérica.

Não é uma planilha profissional, muito pelo contrário. Mas me ajudou bastante, e caso você saiba mexer em Excel pelo menos um tiquinho, pode te ajudar também.

Pra baixar, clique aqui.

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FITA NO SOFÁ

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Para mim, fazer uma fita é como escrever uma carta - que há muito de apagar e repensar e começar novamente. Uma fita com uma boa compilação, assim como romper com alguém, é algo difícil.* Mas pode ser bem fácil se for de feltro e confortável se você puder deitar nela, né não? E bonita também.

Bem gosto de almofadas geek. Essa é de feltro e vi no Etsy.

*Nick Hornby, em Alta Fidelidade. Engraçado como sempre associo fitas ao livro Alta Fidelidade.

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PAPEL NA PAREDE

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Lembrei de te mandar duas ideias que estao funcionando incrivelmente na minha nova casinha: scrapbook na parede (pedaços de papel colados com adesivo para papel de parede) e parquet pintado de branco. O parquet quem pintou foi o homem do sinteco, não me aventurei solita. Mas a parede fiz eu mesma! Milena Fisher

Gostou da parede da Milena? A Mika Lins fez na cozinha, lembra?

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PAREDE IMANTADA

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Faz tempo que quero falar de tinta magnética. Mas não rolou. Agora vai. (Foto via Apartment Therapy.)

O primer magnético, segundo o fabricante, é um produto à base de água e metal atóxico que transforma paredes em superfícies que permitem a fixação de ímãs. O primer não é magnético, ele dá à parede a propriedade de atrair ímãs, mas não interfere e não oferece riscos a marcapassos, cartões de créditos ou whatever.

Você passa uma demão do primer, e depois pinta com a tinta/cor que você quiser por cima. Daí é só comprar uma folha de ímã e colar em papel estampado pra fazer um castelinho reposicionável, como o da foto.

Esta "tinta magnética" (na verdade um primer, com propriedades metálicas, etc.) custa uns R$40 por 1/4 de galão (cobre em média 10m2) no Rio. E tem de várias marcas :-)

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VELHA EXCÊNTRICA

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Certas palavras caíram em desuso, por motivos diferentes. Estafa. Supimpa. Bulhufas (que foi economizada para lhufas). Excêntrico. Ninguém é mais excêntrico, já que todo mundo é ;-)

Mas o que me trouxe aqui foi uma observação sobre mim mesma. Vou ser uma velha excêntrica. E como velhos são sempre de outra época (sine qua non), mesmo que a palavra 'excêntrica' fique para sempre esquecida, outra coisa não poderei ser, dada a minha admiração ainda em juventude por paredes atulhadas, tranqueiras, coisas misturadas, coleções esquisitas e outras mumunhas mais.

Ou, vai saber?, me canso de tudo e viro monocromática. Só pra nadar contra a minha própria maré. (Fotos do Flickr do ATLITW)

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KIT DE COSTURA

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Achei no site da Martha Stewart, e não entendi muito como ela cortou o metal da tampa não... mas fiquei querendo fazer. Kits de costura com almofadinhas de alfinete na tampa. Feitos com potes de vidro com tampa de metal. O bordado é opcional, mas é um charme, né?

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PRENDEDORES DE CORTINAS

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O fim do ano me passou a perna e me deixou doente. Mas ó, tô aqui de novo pra te fazer companhia na saúde, na riqueza e na pobreza. Porque como diz a D. Elisa, “Se na vida só lhe restam os biscoitos de água e sal, enfeite-os com lacinhos, pois glamour é o principal!”

E como a força na peruca anda voltando aos pouquinhos, levei as crianças ao Lavradio pra conhecer a moça que fez nossos prendedores de cortina, a Cristine. E como a idéia é boa, vou mostrar pra vocês:

Custam a partir de R$30 cada. São toys com braços longos, mas não para adeuses, longos pra abraçarem sua cortina.

A Cristine está sempre na feira do Lavradio, todo primeiro sábado do mês. E o Flickr dela é esse, com os preços nas peças.

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CASA DE FERREIRO...

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E o que posso fazer eu, se os suecos parecem ter mais domínio das cores tropicais que meus compatriotas do patropi? Admirar os suecos e mostrar pra você porquê, né?


Eu adorei esse armário de prateleira vermelha enfeitada por dentro, com várias latinhas coloridas super anos 70.


E bota reparo no chão, comadre! E nos círculos bordados enfeitando a parede: ideia simples e de efeito!

Fotos da Family Living.

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TEIA

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Eu bem já te disse que só classifico como arte se 1) me provoca prazer e/ou 2) exercita minha imaginação e/ou 3) alarga o meu entendimento. E eis que Shane Waltener, com sua instalação, acertou logo os 3! E olha só a explicação dele: "Naperons são como filtros de sonhos, cada nó segurando um pensamento, uma memória. A soma disso faz parte da história de um lugar."

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