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MÓBILE DE PASSARINHOS

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Eu adoro coisas penduradas no teto. (Menos mensageiros dos ventos. Eu tenho pavor de mensageiros dos ventos. Mesma linha boneca de louça e joão-bobo de palhaço.)

Dia desses fui com o Cláudio Luiz, o moço mais elegante da blogosfera, na casa de um pintor, no bairro de Santa Teresa, no Rio. O ateliê do pintor tinha o teto povoado por criaturas aladas, balões e outros que tais. Lindo!

Quando eu vi esse molde na Martha Stewart, quis logo mostrar pra todo mundo. Mas a foto era tão minúscula que desisti, e resolvi fazer-fotografar-mostrar. Mas essa semana outra moça mostrou o que fez, lá no Apartment Therapy. Então voilá:


A Martha Stewart tem um vídeo, mas tem muito blábláblá, e na verdade a execução é muito fácil. Então traduzi adaptando.


Ferramentas e Material
Download do molde
Papel cartão
Estilete
Cola branca
Linha
Agulha
Um galho de madeira (Ela usou arame coberto com papel crepom. Mas eu usaria um galho.)
Flores de tecido ou de papel colorido

Passo-a-passo:
1. Imprima o molde em papel cartão. Corte as formas com estilete. (Você pode imprimir direto no papel cartão, ou imprimir em papel comum, e usar apenas como máscara de corte).

2. Monte os pássaros, colocando a asa através da fenda do corpo, e reforçando as fendas com cola branca, para garantir que as peças fiquem no lugar. Corte a linha do tamanho que você desejar.

3. Amarre os pássaros no galho e enfeite o galho com florzinhas que podem ser de papel ou de tecido. Amarre uma linha mais grossa, para prender o móbile ao teto.

Fonte do móbile: Martha Stewart
Fonte das fotos maiores: Apartment Therapy

Outros posts sobre móbiles, o caminho é por aqui.

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CURSO DE DECORAÇÃO

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Desde ontem está no ar o curso de decoração da revista Casa Claudia. É a versão 2009 daquele curso que vinha em fascículos, sabe? Dessa vez são 12 aulas – com vídeos, lições e galerias de fotos – que ficarão disponíveis na internet. É grátis!

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PAVÊ DE CHOCOLATE

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A parede da Jojô, que era de sorvete, foi coberta de chocolate, só pra ficar nas delícias mesmo. E ela contou essa história tão bonitinha, que eu vou bem CTRL+C, CTRL+V:

Finalmente conseguimos, 77 e eu, colocar os quadros. Antes de botar os bichos na parede, a gente utilizou a clássica técnica de dispor as molduras na chon, medir tudo bem medidinho e ver como vai ficar. Na hora H, acabamos mudando alguns de lugar e descartando três quadrinhos. Mesmo assim, recomendo o macete.

Dessa vez dispensamos a furadeira. 77 descobriu, na loja de ferragens, os tais pregos de aço. São uns preguinhos tiquinhos de nada, mas super resistentes. A técnica é: um pedacinho de durex na parede (pra não soltar o reboco) e preguinho de aço nela. Deu super certo, até pros mais pesados - embora não tenha nenhum pesadão.

Por último, só para constar, algumas das molduras são nada mais que porta-retratos de 1,99. E eu queria contar, brevemente, a historinha do pôster da zebra. Ele foi um dos meus melhores achados decorativos dos últimos tempos. Foi achado mesmo, no lixo, abandonado na frente do meu antigo prédio. Levei pra casa e incorporei à decoração. Quando vim pra esse apartamento deixei de lado porque além da gravura estar bem amarelada, a moldura estava quebrada. O 77 fez um belo trabalho de "restauração digital". Escaneou tudo, pedaço por pedaço, reconstruiu e nós mandamos fazer uma nova zebra, em plotagem, numa gráfica. Depois foi só emoldurar tipo pôster e botar na parede. Esse processo todo levou só uns 6 anos. Sísifo, tão ligados? Pois é. Mas agora ela tá aqui, faceira, na minha parede.

Nota: A história da zebra fica ainda mais interessante >aqui<. A tinta usada foi Renner acrilico semi brilho, código 12B4D.

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GANCHO DE CASA FAZ MILAGRES

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A Júlia Pessoa atendeu nosso chamado, e enviou uma foto de um cantinho de sua casa:

“Misturei dois restos de tinta pra parede mesmo, um azul e um lilás. Achei que ficou lindo. Antes eu tivesse feito isso antes e pintado uma parede toda com o roxinho que surgiu.

O quadrinho comprei por 9,90, mas eu só queria a moldura, daí arranquei o símbolo japonês que tinha vindo com a moldura e substituí pelo flyer gringo. E os botões... bom, minha mãe trouxe pra mim da França um material chamado PATAFIX. Parece um chicletinho branco que serve pra prender coisas leves, tipo fotos na parede. Arranquei uns pedacinhos pequenos e colei o verso dos botões nos pregos. Mas acho que com cola quente dá no mesmo!"

Dá pra ver o botão um pouco melhor no detalhe. A massinha Patafix custa dois dinheiros e meio em Portugal, 2 dinheiros na Inglaterra, mas no Brasil uma semelhante custa mais de dez dinheiros. (E não venha me falar de câmbio, porque não é bem assim e nem assim isso se justifica.)

E a Renata (de quem já mostrei outro projeto aqui) enviou esses ganchinhos lindos e o passo-a-passo:

Material:
Ganchos de ferro com formatos de letras (Depósito Santa Fé); cada um custou R$ 22.
Tintas PVA látex em varias cores (laranja, azul claro, azul escuro, verde, branco
fita crepe
lápis
régua
verniz líquido ou spray

Instruções:
As letras já vem brancas e preparadas para receberem tinta. Forrar o local de trabalho com papel kraft ou jornal (pra evitar qualquer meleca). Pintar cada letra com a tinta de sua preferência. No caso de listras, fazer as marcações com a régua e isolar a área a ser pintada com fita crepe. Fazer este processo para cada cor aplicada às listras. Nas letras pintadas com bolinhas, eu usei estêncil e uma brochinha (com pouca tinta nas cerdas). Deixar secar, passe verniz líquido (com pincel de cerdas macias) ou spray. Deixar secar por um dia e pode pendurar na parede as letras dos filhotes.

***
Nota de(coeur)ação:
Em muitas lojinhas de artesanato as letras em MDF custam cerca de 1 real. Dá também pra comprar pela internet. Juntando a idéia da Júlia com a da Renata, dá pra ter ganchinhos de letra bonitos e baratinhos.

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Passo-a-passo papel machê

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Com a palavra, Carol W:

A minha paixão por esta técnica milenar foi tanta, que estou até hoje brincando como se ainda estivesse nas aulas de arte da escola. Sempre tive paixão pelos utensílios de cozinha, principalmente pelas xícaras. Adoro poder trabalhar nelas, pintando carinhas e lhes dando vida. São peças nas quais trabalho muito com o lúdico e sempre com o reaproveitamento de materiais. Ah, e errando aqui, acertando ali, aprendi que não devemos ter pressa, jamais.

MATERIAL NECESSÁRIO:

- Potes de iogurte, requeijão, copos ou tacas descartáveis de acrílico (daquelas transparentes usadas em coquetéis)
- Massa de Papel Maché (receita aqui)
- Espátula ou faquinha de patê
- Espátula de empurrar cutícula
- Cola branca diluída em água
- Arame Bitola 18
- Papel alumínio de cozinha
- Papel seda Branco rasgado em tiras finas (cerca de 1 cm de largura)
- Lixa para ferro n° 100
- Pinceis variados
- Tintas acrílicas ou PVA `
- Verniz spray fosco ou brilhante

MODO DE FAZER:

1- Cubra a parte de fora do pote com papel maché, utilizando sempre uma espátula ou faquinha sem serra. Nunca esqueça de sempre passar a espátula na cola diluída em água, para que deslize melhor sobre a massa.

2- Trabalhe com calma e paciência na borda, pois ela é um pouco mais complexa. Com a ajuda da espátula tire o excesso de massa da borda e volte a alisar. Deixe no sol secando por cerca de 3 dias.

3- A borda deve ficar bem rente ao pote molde. Trabalhe assim em todo o resto.

4- Lixe muito bem com lixa para ferro n° 100.


5- Existem diversas maneiras de fazer uma alça de xícara, bule, etc. Na foto, você pode ver algumas. A primeira da foto é uma alça feita apenas de arame. Para dar major volume, você pode amassar papel alumínio de cozinha em volta do arame e fazer 3 camadas de papietagem com papel de seda (enrolar as tirinhas de papel de seda com cola). Ainda pode passar um arame no interior de um caninho (esse chama-se espaguete e encontra-se em lojas de artigos para costura), dar a forma desejada e aí então fazer 3 camadas de papietagem de papel seda. Nunca se esqueça de deixar uma sobra de arame (cerca de 1 cm em cada lado) que será introduzido na xícara para que a junção entre alça e xícara fique mais forte.

6- Nesse caso, escolhi o espaguete com arame dentro. Faca então 3 camadas de papietagem com papel de seda, cobrindo toda a alça. Deixe secar por algumas horas ao sol.

7 e 8- Com um lápis, marque na xícara onde serão presas as sobras de arame da alça. Com o estilete, corte as marcas feitas levando em conta a espessura do arame.


9- Passe um pouco de cola instantânea em gel nos cortes feitos e imediatamente introduza as duas sobras de arame. Mantenha pressionado até que fique firme.

10- Agora faca o arremate com um pouco de papier maché. Aqui, e melhor você utilizar uma espátula de cutícula sempre molhada em cola diluída em água.

11- Esconda todo o arame. Espere secar um dia ao sol.

12- Depois de tudo seco, você pode definir com um lápis onde ficará cada cor, antes de pintar.



Agora é só pintar! Utilize pinceis redondos, macios e para os contornos e detalhes, utilize pincel fino n°00 ou 000. Dentro, para esconder o plástico do pote utilizado como molde, você pode fazer apenas uma camada de papel de seda branco, esperar secar e pintar. Pode também fazer uma colagem com papel de seda estampado ou guardanapo utilizado em Decoupage. Por fim, passe uma ou duas camadas de verniz spray para proteger a pintura, e pronto! Enfeite sua Casa, faca uma coleção, dê de presente...

Dica:
Nesse caso, não tiramos o pote de iogurte de dentro do trabalho, mas caso você use um molde que queira reutilizar, cubra-o com plástico filme de cozinha, prenda com fita crepe e só ai comece a trabalhar com o papel maché sobre ele. Quando estiver totalmente seco, com a ajuda de uma faquinha sem ponta, vá separando o trabalho do molde e depois puxe. O trabalho sairá e você poderá usar seu molde outra vez. Caso o trabalho não desenforme com facilidade, você pode cortar o papel maché com um estilete em apenas um dos lados do trabalho, de cima a baixo, e aí abri-lo. Retire o molde, una as extremidades cortadas com cola instantânea, e então arremate com papel maché.

*A Carol preparou uma apostila linda, com a receita dela pra massa de papel maché e mais peças lindas. A apostila custa R$115,00, com frete incluído. Quem quiser comprar, escreve pra ela. Imagens da apostila aqui.

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Receita de papel maché

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Ó a surpresa: a Carol W, essa semana, vai nos ensinar a fazer uma peça de papel maché. Tô dando a receita da massa hoje, pra dar tempo de preparar o material. Amanhã, não percam o passo-a-passo.

A receita da Carol* é diferente desta, mais fácil, não vai liquidificador, por exemplo. Mas pedi "consultoria" e ela disse que essa funciona.

Material:
# 2 rolos de papel higiênico
# Água
# Bacia ou balde
# Peneira ou escorredor
# Liquidificador
# 1/2kg de cola branca

O papel deve ser picado e deixado de molho até amolecer. No dia seguinte, encher o liquidificador de água e colocar um pouco do papel, na proporção de mais ou menos três partes de água para uma parte de papel. Bater por dez segundos, desligar, esperar um minuto e bater novamente por mais dez segundos. Depois, despejar a massa numa peneira e espremer até sair todo o excesso de água. Esfarelar a massa e espalhar numa bacia, misturar a cola branca até ficar uma massa homogênea. Guardar a massa em saco plástico.



*A receita da Carol só dá pra saber comprando a apostila que ela preparou, que custa R$115,00, com frete incluído. Quem quiser comprar, escreve pra ela. Imagens da apostila aqui.

Todas as peças que ilustram este post são da Carol W.

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FAVORITOS - CAROL W

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Casa de artista é uma delícia, né? Tem sempre um cômodo a mais: pro onírico. E esse Favoritos é mais que especial, mas não vou contar o porquê agora.


E dá uma olhada nessa janelinha, porque ela me remete demais pra um verso de meu poema favorito: "abre um portulano ante meus olhos, que a teu profundo mar conduza". Aí, o portulano aberto.


Essa casa é da moça batizada Carolina Wisnievski, e rebatizada Carol W. Uma artista plástica incrível, que levou a tecnica do papel maché de volta pro meu aconchego. É que tenho mesmo ojeriza de coisa que lembre trabalhinho de escola. Mas o trabalho dela só lembra Arte.


E por falar em Arte, olha só quem freqüenta seu espelho. O Arlequim, a Colombina, e toda a trupe da Commedia Dell"Arte!


E olha que ela tem um gato pra 'rei da casa', o Xanxerê. Que vamos combinar, é um nome ótimo, né não? "Quando era filhote brigava com a gente e quase acabava com as cordas que a gente dava pra ele brincar! Minúsculo e super brabo, foi paixão na hora! Até hoje ele é um tanto bravo e mal humorado. Mas quando tá com soninho ou saudade é o gato mais querido."


E a surpresa? Bem, a surpresa fica pra amanhã. Por enquanto vai ver o flickr da Carol, vai?

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COPA DE ARTISTA

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Casa do artista plástico Luiz Hermano. Fiquei querendo ver mais. Da revista Joyce Pascowitch, que não mostra tudo.

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ESPELHO DE PASSAR, MESA DE SENTAR

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Tem um engano que muita gente comete. Me mandar novidades novidadeiras. Eu não sou muito chegada não. E nem gosto de colocar no blog nada que não considere possível de se fazer ou de se copiar. Mas essa peça aqui é uma dois em 1, como o banco de ontem. É uma ligação. Faz algum sentido estar aqui. Pelo menos pra mim.

Ah, e é só um protótipo. Não vende em lugar nenhum. Projeto de Therese Glimskär. Mas o mais legal é que outra pessoa teve (?) a mesma idéia! E também uma outra: a mesa-banco!

O que me leva a pensar: móvel com duas funções é uma nouvelle vague, uma new wave, uma nova onda? (Tudo pra evitar a palavra "tendência".)

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MÁQUINA DE COSTURA

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Esse post veio direto dos comentários. Ó só:

sabe que me lembrei hoje?

daquela mesinha que você reformou para colocar a máquina de costura, linda.

é que ando tentando dominar a máquina, e como sempre gostei de aprender fazendo, confesso que tem sido uma tarefa árdua, já quebrei dez agulhas, agora a bicha desregulou e nem sei como ajeita... por isso que quero uma máquina daquelas antigas, que o único esforço era pedalar, essas coisas modernas são muito cheias de botão... mas eu domo a bicha.

e o pior que se falo que não sei costurar ninguém acredita, acho que se você não tem medo de tentar você acaba acertando, por isso quando quero aprender algo vou lá e meto a mão mesmo, erro, desmancho, tento de novo e uma hora dar tudo certo.

ah eu falo demais.

beijos,

eliene

***

Eliene, você não fala demais. E usa bem as minúsculas. Pois houve uma época em que eu mesma só usava maiúscula para maiúsculas coisas. Amor. Carinho. Esforço. E seu comentário virou post porque é um Incentivo, pra quem diz que não sabe costurar. Porque eu também não sei. E, quando comprei minha máquina de costura, 6 meses atrás, demorei dois dias pra aprender a enfiar a linha. Mas minha intenção nunca foi trabalhar como costureira, por pura falta de jeito. Minha intenção sempre é ser capaz de fazer.

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MARIA ANTONIETA

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Você viu o filme, não? Lembra que Maria Antonieta foi viver no campo, num palácio chamado Petit Trianon. Então, é de lá esse banco escada. E eu, que tenho uma escada de metal horrível, que nunca sei onde guardar, ia ser muito feliz com esse banquinho. Fiquei com ele na cabeça. Aí essa semana recebi um release com essa cadeira:

Bem, pra mim não é uma opção. Porque não combina com a minha casa. Porque não gosto do estilo. Mas como adoro o número três pensei que vai que você é um marceneiro, ou designer de móveis, e resolve pensar em criar um móvel escada-banco? Mas bem cleanzinho, que é assim que a gente gosta. E de madeira, que assim é mais bonito.

Foto do banquinho da Maria Antonieta, Tree Hugger. Cadeira-escada, Helvétia House, loja de São Paulo.

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RECICLAGEM ROCOCÓ

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Espelho do artista plástico Rick Ladd feito de tampinhas de garrafa. É colorido, é reciclado, é interessante. E não é lugar-comum.

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CONVOCAÇÃO

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Ó só, presta atenção, você, leitor querido, que acompanha essa história aqui, que sabe que eu tô com tosse, que vivo cansada, que gasto sempre a última gota de energia pra fazer mais um antes&depoisinho e mostrar pra você. Você que reclama quando eu não escrevo (é,você sabe que reclama). E que reclama quando escrevo demais e não dá pra você ler. Me ajuda aí? Troca aqui comigo? Manda foto da sua casa, conta pra mim do que você gosta mais, como fez. Ou a casa da sua mãe, da sua melhor amiga. Pode ser um objeto, um cantinho. Porque tem uma tal coluna Favoritos que tá às moscas. E só depende de você este revamp. Vai, fotografa. Tô aqui esperando.

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ANTES & DEPOIS

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Hoje eu vi uma mesa no Design Sponge. E aí lembrei que ainda não produzi uma foto decente de um antes&depois que fiz. Bem, esse é o antes. Comprei uma carteira escolar por R$10 no Exército da Salvação, no Rio. Não é a primeira vez que pinto uma mesa de fórmica, lembra da mesa de costura?. Imprimi, cortei e colei um desenho, e passei cola branca diluída por cima. E esse é mais ou menos o depois:

O monstrinho verde babento foi o João que fez ontem. Eu cansadaça e tossilda quis arrumar uma ocupação pros piolhos, e cortei esse toy a partir de um desenho que o João escolheu. A Ana quis fazer um panda. Ensinei a costurar e o João fez o dele em 1 hora. Depois de costurar junto a calça, reclamar que a agulha furava, e me pedir pra terminar pra ele. Mas acabou fazendo tudo. É, eles têm 8 anos.


O desenho é do ilustrador Rie Nakajima. E fico devendo fotos melhores do antes&depois. E do panda da Ana, quando terminar.

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DOS FAMILY

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Adoro (re-)descobrir um blog. Me sinto chegando em terras desconhecidas, olhando pra cima e pra baixo e encontrando novidades em toda esquina.

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RESULTADO DO SORTEIO

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Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Era pra ter postado esse resultado desde domingo. Mas quem me acompanha pelo Twitter sabe que estou com uma tosse que não me abandona e tem me transformado num farrapo humano. (Quem me acompanha no Twitter, também já sabe quem ganhou desde domingo.)

Parabéns às ganhadoras! Eu, que em minha vida inteira, só ganhei um dominó num bingo quando tinha 8 anos, imagino bem o gosto de ganhar um brinde assim!

Agradeço a todas(os) que preencheram a pesquisa, e em breve vou publicar aqui os resultados. Obrigada Angela e Melissa por terem me ajudado no sorteio. E agradeço demais à Meu Móvel de Madeira que nos deu esses presentes.

Ah, a Meu Movel de Madeira também está no Twitter, informando de promoções e novidades!

1º PRÊMIO:
Módulo Stack 2 gavetas, em MDF com acabamento preto laqueado.

2º PRÊMIO:
Módulo Stack aberto, em MDF com acabamento branco laqueado.

3º PRÊMIO:
Panelinha de fondue colorida.

PARA QUEM QUER SABER COMO FOI FEITO O SORTEIO

O sorteio foi feito assim. Primeiro fechei a planilha com todos os nomes e sobrenomes pela ordem de preenchimento. Excluí as entradas duplas deixando a entrada mais antiga. Fiquei com 1397 entradas (sendo que a entrada 1 era o título de cada coluna da planiulha excel). Convidei as pessoas que estavam online no Twitter, no domingo a me ajudarem a sortear. Enviei a planilha para elas e as instruções para sortear pelo www.radom.org. Aí a gente olhou junto quem fanhou. A Angela sorteou o 1º lugar, a Melissa o 2º, e eu o terceiro.

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LAR

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"Falar em lar com relação a uma construção é reconhecer a sua harmonia com a nossa própria canção interior preferida." Alain de Botton

Tá. A frase é brega, mas vamos conversar. O que te faz se sentir confortável em um lugar? É uma cor, um cheiro, uma certa maneira de dispor as coisas, um jeito que a luz é filtrada pela janela e cortina, um pouco de caos, um descompasso, o que? Vi essa foto e fiquei elocubrando.

Porque eu já me senti em casa em outros lugares que não a casa em que eu moro. Às vezes por um átimo (há, adoro essa palavra). Mas é fato. Nunca num hotel, nunca num local público, mas já.

(Ah, ler o jornal sentada no chão da área de serviço, enquanto Maria Amélia fumava o seu cigarro e tomava o seu café. A luz entrava na diagonal pela janela de vidro ondulado. Um cachorro latia no vizinho. Era um estado de lar.)

Lar tem algo de útero, é onde a gente se sente bem, aquecido, confortável. É também uma questão de chinelos. Eu acho. E você?

Frase do Alain de Botton retirada daqui. Foto daqui.

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MINHA PRÓPRIA NUVEM

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Faz um tempo eu vi uma sala de nuvens. A intenção da moça que fez, Samantha Clark, era "possibilitar a experiência onírica de andar com a cabeça nas nuvens". Pronto, lascou-se. E desde então, cismei. Como quaerendo invenietis, ei-la, o que sequer Nero sonhou, nem em seus sonhos mais extravagantes: a minha própria nuvem!


E se você também quiser brincar de Zeus e fazer a sua própria nuvem, faça o download do molde. É costurado à mão (nem fica bom se for costurado à máquina, eu tentei). E qualquer dúvida, é só perguntar.

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PATCHWORK NA MOBÍLIA

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A Squint foi onde vi as primeiras, mas não há como negar que patchwork na mobília é uma tendência (ok, só Deus sabe a implicância que tenho com essa palavra).


E eu te digo: se eu, que sou total pereba na máquina de costura, sou capaz de fazer, você também é. Claro que não num sofáaa, mas numa peça pequena, quem sabe?

Sofá visto na Marie Claire Maison. Pufe da Coisas da Doris.

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CAMA DE PALLETS

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Quando eu trabalhava num armazém, pallets se contavam às dúzias. Não é difícil conseguir um em cidades com porto. E não é impossível nas outras cidades: basta procurar um grande armazém. Segundo a Fernanda, no Ceasa de São Paulo custa R$40/cada. Mas é sério, não é difícil achar quem queira se livrar de alguns. Principalmente agora, que esses pallets de madeira estão sendo substituídos por exemplares de plástico (porque não dão cupim, o que diminui o custo do transporte internacional por conta de não ser necessária a aplicação de insumos para controle de pragas).

A Ashley lixou 2 pallets, uniu os dois por cima e por baixo com a ajuda de 4 ferragens, e colocou 5 rodas (1 em cada quina, 1 no meio, encontradas em lojas de ferragens). Compôs com objetos bem coloridos pra quebrar o visual grosseiro do pallet, e veja que cama de leitura interessante. E única.

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SEONNA HONG

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Há tempos não falo do trabalho de um ilustrador, né? Mas fiquei um tempão hoje, olhando o trabalho dessa moça. E como acho que a beleza deve ser compartilhada, voilá. Mais uma pra série 'queria ter no quarto dos franguinhos'.

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